A alegoria na arquitetura barroca mineira: patrimônio mnemônico

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

O presente trabalho interpreta a alegoria nas igrejas coloniais mineiras como recurso retórico destinado à exaltação da estrutura teológico-política do Antigo Regime. Enquanto patrimônio mnemônico coube à alegoria a tradução das verdades cristãs e o reforço da hierarquia política luso-brasileira baseada fundamentalmente no conceito da “sociedade do corpo místico”. Considerando que a estruturação social e comportamental seiscento setecentista luso-brasileira é regrada por modelos e preceitos retóricos cumpre descortinar o processo de produção das alegorias bem como sua recepção naquele momento e na atualidade. A alegoria deve ser interpretada com base na tratadística das artes e da arquitetura vigente no período as quais apontam para a circularidade cultural em relação aos princípios clássicos da retórica e da poética. Aponta, portanto, para a habilidade de interpretação dos distintos públicos naquele momento. Na atualidade a interpretação alegórica torna-se ainda mais hermética volvendo necessária a recuperação do patrimônio mnemônico das alegorias como elementos essenciais para entendimento da sociedade e da arquitetura religiosa no Brasil Colônia.

Abstract

Assunto

Arquitetura barroca, Patrimônio cultural, Arquitetura religiosa

Palavras-chave

Alegoria, Arquitetura religiosa, Barroco

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