Chagas disease and SARS-CoV-2 coinfection does not lead to worse in-hospital outcomes

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Artigo de periódico

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Coinfecção por doença de Chagas e SARS-CoV-2 não leva a piores desfechos hospitalares

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Chagas disease (CD) continues to be a major public health burden in Latina America. Information on the interplay between COVID-19 and CD is lacking. Our aim was to assess clinical characteristics and in-hospital outcomes of patients with CD and COVID-19, and to compare it to non-CD patients. Consecutive patients with confrmed COVID-19 were included from March to September 2020. Genetic matching for sex, age, hypertension, diabetes mellitus and hospital was performed in a 4:1 ratio. Of the 7018 patients who had confrmed COVID-19, 31 patients with CD and 124 matched controls were included (median age 72 (64–80) years-old, 44.5% were male). At baseline, heart failure (25.8% vs. 9.7%) and atrial fbrillation (29.0% vs. 5.6%) were more frequent in CD patients than in the controls (p< 0.05). C-reactive protein levels were lower in CD patients compared with the controls (55.5 [35.7, 85.0] vs. 94.3 [50.7, 167.5] mg/dL). In-hospital management, outcomes and complications were similar between the groups. In this large Brazilian COVID-19 Registry, CD patients had a higher prevalence of atrial fbrillation and chronic heart failure compared with non-CD controls, with no diferences in-hospital outcomes. The lower C-reactive protein levels in CD patients require further investigation.

Abstract

A doença de Chagas (DC) continua sendo um grande problema de saúde pública na América Latina. Faltam informações sobre a interação entre COVID-19 e CD. Nosso objetivo foi avaliar as características clínicas e os resultados hospitalares de pacientes com DC e COVID-19 e compará-los com pacientes sem DC. Pacientes consecutivos com COVID-19 confirmado foram incluídos de março a setembro de 2020. A correspondência genética para sexo, idade, hipertensão, diabetes mellitus e hospital foi realizada na proporção de 4:1. Dos 7.018 pacientes que confirmaram COVID-19, 31 pacientes com DC e 124 controles correspondentes foram incluídos (idade média de 72 (64–80) anos, 44,5% eram do sexo masculino). No início do estudo, insuficiência cardíaca (25,8% vs. 9,7%) e fibrilação atrial (29,0% vs. 5,6%) foram mais frequentes em pacientes com DC do que nos controles (p < 0,05). Os níveis de proteína C reativa foram menores em pacientes com DC em comparação com os controles (55,5 [35,7, 85,0] vs. 94,3 [50,7, 167,5] mg/dL). O manejo intra-hospitalar, os resultados e as complicações foram semelhantes entre os grupos. Neste grande registro brasileiro de COVID-19, os pacientes com DC apresentaram maior prevalência de fibrilação atrial e insuficiência cardíaca crônica em comparação com controles não-DC, sem diferenças nos resultados hospitalares. Os níveis mais baixos de proteína C-reativa em pacientes com DC requerem uma investigação mais aprofundada.

Assunto

Doença de chagas, COVID-19 (Doença), Coinfecção, Proteína C-reativa

Palavras-chave

Chagas disease, COVID-19, C-reactive protein, SARS‑CoV‑2

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Endereço externo

https://www.nature.com/articles/s41598-021-96825-3

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