Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) na população LGBTQIA+: uma revisão narrativa

dc.creatorPaula Maria Duarte
dc.date.accessioned2025-12-11T18:36:28Z
dc.date.issued2025-02-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1184
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectNeurociências
dc.subjectTranstornos de Estresse Pós-Traumáticos
dc.subjectMinorias Sexuais e de Gênero
dc.subjectViolência
dc.subjectSexismo
dc.subject.otherTranstorno de Estresse Pós-Traumático
dc.subject.otherLGBTQIA+
dc.subject.otherEstresse de Minoria
dc.subject.otherViolência e Discriminação
dc.subject.otherNeurobiologia do TEPT
dc.titleTranstorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) na população LGBTQIA+: uma revisão narrativa
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Leonardo de Oliveira Guarnieri
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1233879957373399
local.contributor.referee1Elisa Michelstaedter Brochado
local.contributor.referee1Julia Peres Andreotti
local.description.resumoO Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) é uma condição mental que pode surgir após a exposição a eventos traumáticos graves. Embora sua prevalência seja reconhecida na população geral, evidências sugerem que certos grupos apresentam maior vulnerabilidade ao transtorno, como é o caso da população LGBTQIA+. A teoria do estresse de minoria, auxilia na compreensão dessa desigualdade ao apontar que a exposição contínua ao preconceito, à discriminação e à violência impacta negativamente a saúde mental desses indivíduos. A revisão narrativa realizada neste estudo buscou explorar a prevalência do TEPT na população LGBTQIA+, suas bases neurobiológicas e os fatores sociais que amplificam esse risco. Os resultados apontam que pessoas LGBTQIA+ são mais propensas a desenvolver TEPT do que seus pares heterossexuais e cisgêneros. Essa vulnerabilidade se deve, em grande parte, à exposição prolongada a violências interpessoais, discriminação institucionalizada e exclusão social. Além disso, fatores como internalização do preconceito e dificuldades no acesso a serviços de saúde mental podem agravar o quadro clínico. A análise dos estudos selecionados revelou lacunas significativas na literatura, principalmente no contexto brasileiro. Grande parte das pesquisas sobre TEPT na população LGBTQIA+ é realizada em países desenvolvidos, enquanto o Brasil, apesar de apresentar altos índices de violência contra essa população, carece de estudos que abordem diretamente essa interseção. A subnotificação dos casos, aliada à naturalização da violência sofrida, contribui para que o impacto do TEPT seja subestimado, dificultando a formulação de políticas públicas adequadas. Dessa forma, é essencial que novas pesquisas sejam conduzidas para fornecer um panorama mais preciso da realidade brasileira e subsidiar estratégias de saúde pública que promovam equidade no acesso ao diagnóstico e tratamento.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO NA POPULAÇÃO LGBTQIA+ UMA REVISÃO NARRATIVA .pdf
Tamanho:
986.81 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Item-specific license agreed to upon submission
Descrição: