Estrutura de capital no processo sucessório em empresas familiares brasileiras
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O presente estudo tem como proposição a identificação da importância da estrutura de propriedade e de capital das empresas brasileiras nos processos sucessórios do controle da família, investigando as proposições da Teoria Econômica de Finanças para o comportamento dos gestores na escolha da Estrutura de Capital, como diminuição de conflitos. Observando desde seu histórico, pode-se constatar que a empresa familiar embora criticada por alguns segmentos são normalmente as que tem se mantido diante das crises, até mesmo pela sua agilização nas tomadas de decisões. Nas sucessões familiares os conflitos afloram, normalmente, pela não diferenciação dos papéis na familia e na empresa, pois envolvem principalmente os interesses da familia. O estudo da estrutura de capital está estreitamente relacionado com o custo de capital total de empresa. São divergentes as opiniões na teoria de finanças sobre a existência ou não de uma estrutura de capital ótima, de certa composição das fontes de financiamento que reduzem o CMPC (Custo médio ponderado de capital) da empresa no seu valor mínimo. Podem ser identificadas duas grandes linhas de pensamento: a convencional e a proposta por (MM) Modigliani e Miller as quais divergem por aceitar e rejeitar, respectivamente, a possibilidade de existência de uma estrutura de capital ótima. Nossas conclusões são de que o inter-relacionamento entre determinações de Estrutura de Capital e Processo Sucessório e, também, o planejamento e elaboração do plano de financiamento no longo prazo, contribuem, significativamente, para a obtenção de resultados positivos na Sucessão na Empresa Familiar.
Abstract
Assunto
Administração
Palavras-chave
Gestão Estratégica