Uma voz que clama no deserto: minhas experiências de educação ambiental na formação inicial de historiadores

dc.creatorEly Bergo de Carvalho
dc.date.accessioned2022-10-11T12:57:51Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:42Z
dc.date.available2022-10-11T12:57:51Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractEnvironmental education within a certain degree is an issue that is much debated and little practiced, even being mandatory by law in Brazil. The initial training of history puts its specificobstacles to law application. This article seeks to contribute to the debate regarding the inclusion of environmental education in undergraduate history. It is not a literature review on the issue, but from previously developed research and my experience as a teacher of higher education this article seeks to open a dialogue with the hegemonic historiography, pointing out how disjunction between society and nature is reproduced today in history courses, partly due to a hegemonic cultural approach, which hinders the training of historians who are prepared to contribute with environmental education in basic education.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2359-5973
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46152
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista do Lhiste
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação ambiental
dc.subjectHistória Estudo e ensino
dc.subjectProfessores Formação
dc.subjectEnsino superior
dc.subject.otherEducação ambiental
dc.subject.otherEnsino de história
dc.subject.otherFormação inicial de professores
dc.subject.otherGraduação
dc.subject.otherDisjunção sociedade-natureza
dc.titleUma voz que clama no deserto: minhas experiências de educação ambiental na formação inicial de historiadores
dc.title.alternativeA voice crying out in the desert: my experiences of environmental education in the initial formation of historians
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage31
local.citation.issue6
local.citation.spage15
local.citation.volume4
local.description.resumoA educaçãoambiental na licenciatura é uma questão já muito debatida e pouco praticada, mesmo sendo obrigatória por lei no Brasil. A formação inicial de história coloca seus obstáculos específicos para a educação ambiental. O presente artigo procura contribuir paraesse debate sobre a inserção da educação ambiental na graduação em história. Não é uma revisão de literatura sobre a questão, mas, a partir de pesquisas anteriormente desenvolvidas e de minha experiência como professor do magistério superior, busca abrir um diálogo com a historiografia hegemônica, apontando a maneira como a disjunção sociedade-natureza é reproduzida hoje nos cursos de história, em parte devido a uma abordagem cultural hegemônica, o que dificulta uma formação de historiadores que estejam preparados para contribuir para a educação ambiental no ensino básico.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9271-9033
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://seer.ufrgs.br/index.php/revistadolhiste/article/view/84869

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