Por um tempo para a geografia

dc.creatorRoberto Célio Valadão
dc.creatorValéria de Oliveira Roque Ascenção
dc.creatorLúcio Antônio Leite Alvarenga Botelho
dc.date.accessioned2024-08-23T21:02:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:55Z
dc.date.available2024-08-23T21:02:28Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractThis article addresses the temporal dimension that we hope is appropriate during the geographic analysis carried out by students of basic education. Bearing in mind the polysemy and complexity of the concept of time in science, we defend the appropriation, in Geography, of the time here called phenomenon spatiality time (PSt), thus differentiating it from other temporalities that end up being present in School Geography. The tSP is used here from the perspective of a concept that has a theoretical and methodological framework, in the presence of a system and a networked organicity that must feed and guide geographic reasoning in basic education. We also seek to demonstrate the different temporalities that are present and are little or not effective in the interpretation of geographical situations in the BNCC - final years of elementary school, such as atmospheric time, climate time, geological time and even historical time.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.46789/edugeo.v13i23.1209
dc.identifier.issn22363904
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/74876
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Educação em Geografia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeografia, Estudo e Ensino
dc.subjectPercepção Temporal
dc.subject.otherGeografia - Estudo e ensino
dc.subject.otherPercepção Temporal
dc.titlePor um tempo para a geografia
dc.title.alternativeFor a time with geography
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage22
local.citation.issue23
local.citation.spage05
local.citation.volume13
local.description.resumoNeste artigo tratamos da dimensão temporal que se espera seja apropriada durante a análise geográfica conduzida junto aos estudantes da educação básica. Diante da polissemia e complexidade do conceito tempo na ciência defendemos a apropriação, na Geografia, do tempo por nós aqui denominado tempo da espacialidade do fenômeno (tEF), diferenciando-o, portanto, de temporalidades outras que acabam por se fazer presentes na Geografia Escolar. O tEF é aqui empregado na perspectiva de um conceito que atende a um marco teórico e metodológico, na presença de um sistema e em uma organicidade em rede que deve alimentar e conduzir o raciocínio geográfico na educação básica. Buscamos ainda demonstrar as diferentes temporalidades que, na BNCC – anos finais do ensino fundamental, acabam por se fazer presentes e se revelam pouco ou nada efetivas na interpretação de situações geográficas, a exemplo do tempo atmosférico e do clima, do tempo geológico e, inclusive, do tempo histórico.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3449-7628
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5771-4878
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8167-9830
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistaedugeo.com.br/revistaedugeo/article/view/1209

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