Fatores que dificultam a prática da humanização nas unidades de terapia intensiva

dc.creatorCarla Elaine Silva Borato
dc.date.accessioned2022-08-24T14:48:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:41Z
dc.date.available2022-08-24T14:48:47Z
dc.date.issued2018-02-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44522
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUnidades de Terapia Intensiva
dc.subjectHumanização da Assistência
dc.subjectCuidados de Enfermagem
dc.subjectHumanização da Assistência
dc.subject.otherUnidades de Terapia Intensiva
dc.subject.otherEnfermagem
dc.subject.otherHumanização da Assistência
dc.titleFatores que dificultam a prática da humanização nas unidades de terapia intensiva
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Anadias Trajano Camargos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2462380149672598
local.description.resumoAtualmente, a humanização da saúde tem possibilitado um melhoramento no atendimento e um ambiente favorável para uma dedicação ao cuidado com os pacientes. Neste sentido, a humanização é tida como uma mudança de atitudes e comportamento frente ao paciente e seus familiares. Nas UTIs tal ação é imprescindível, tendo a necessidade de se realizar uma conscientização constante dos profissionais deste setor. A prática de humanizar o cuidado nessa unidades demanda uma equipe multidisciplinar, tendo esta que se responsabilizar e compreender que o processo de humanização vai além dos preceitos éticos. Trata-se de uma revisão sistemática da literatura com o objetivo de identificar através da Revisão Sistemática os fatores que dificultam a prática da humanização nas unidades de Terapia Intensiva. Para a elaboração do estudo optou-se pelo método de revisão sistemática com a recomendação PRISMA, que consiste em um checklist com 27 itens e possui o objetivo de ajudar os autores a melhorarem o relato de revisões sistemáticas e meta-análises. Nos resultados, observou-se que o estresse envolvendo o paciente, bem como o presenciar a morte são fatores que contribuem para dificultar a prática da humanização do cuidado nas UTIs, além da falta de reconhecimento profissional, dificuldades de relacionamento entre os membros da equipe de trabalho. Destaca-se ainda, a interação com a equipe médica que muita das vezes não ocorre no tempo necessário para colher todas as informações sobre o paciente, e também a falta de qualificação dos profissionais, a deficiência no conhecimento sobre manuseio de tecnologias. Conclui-se que os resultados apontam um nicho para novas pesquisas relacionando, os fatores que dificultam a humanização, considerando a incipiência de estudos nessa área de conhecimento. Assim a autora, espera contribuir com as instituições de saúde na divulgação desse estudo visando melhorar o conhecimento dos profissionais, sobre essa temática.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Estratégia do Cuidar em Enfermagem

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