O planejamento tributário explica a rentabilidade das empresas brasileiras?

dc.creatorAntonio Paulo Machado Gomes
dc.creatorVictor Hugo Pereira
dc.creatorLaura Edith Taboada Pinheiro
dc.date.accessioned2024-01-11T15:16:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:12Z
dc.date.available2024-01-11T15:16:03Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62573
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofWORKSHOP DE CONTABILIDADE E TRIBUTAÇÃO
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectContabilidade
dc.subject.otherPlanejamento Tributário
dc.subject.otherRentabilidade
dc.subject.otherTaxa do imposto efetiva (ETR)
dc.subject.otherBTD
dc.subject.otherTax Avoidance.
dc.titleO planejamento tributário explica a rentabilidade das empresas brasileiras?
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue4
local.description.resumoA fim de buscar estratégias a partir de práticas de Planejamento Tributário que tragam reflexos positivos às organizações, os estudos acerca do Planejamento Tributário e os indicadores que influenciam sua prática têm mostrado crescimento e importância no cenário nacional e internacional. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo verificar se o Planejamento Tributário explica a rentabilidade de empresas brasileiras. Para tanto, buscou-se responder à seguinte pergunta: a rentabilidade das empresas brasileiras é influenciada por suas práticas de planejamento tributário? Para isso, foram utilizados como procedimentos metodológicos a estatística descritiva e a correlação canônica, a fim de verificar a relação dos indicadores de rentabilidade (rentabilidade Ebitda, margem Ebitda, rentabilidade do ativo, rentabilidade do patrimônio líquido, margem bruta e margem líquida) com as proxies de Planejamento Tributário (ETR e BTD). A amostra deste estudo foi composta de 193 companhias listadas na B3. A partir dos resultados, foi possível verificar que existe uma correlação canônica estatisticamente significativa entre as variáveis de rentabilidade e a proxy BTD, sendo que a correlação entre as variáveis canônicas U1 e V1 foi de 98%, proporcionando uma variância total de 23% e 67% (U1 e V1) para o primeiro par canônico. Além disso, o modelo estimado não violou a pressuposição de normalidade multivariada e a relação entre as variáveis foi capturada pela correlação canônica, sinalizando uma não violação da linearidade entre as variáveis. Por fim, o pressuposto da homocedasticidade não foi violado na maior parte das combinações.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rect.fearp.usp.br/index.php/WCT/article/view/11

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