Are endocan plasma levels altered in preeclampsia?

dc.creatorAna Cristina dos Santos Lopes
dc.creatorSuellen Rodrigues Martins
dc.creatorLuci Maria SantAna Dusse
dc.creatorMelina de Barros Pinheiro
dc.creatorPatrícia Nessralla Alpoim
dc.date.accessioned2023-08-03T11:56:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:04Z
dc.date.available2023-08-03T11:56:03Z
dc.date.issued2021-03
dc.description.abstractNosso grupo de pesquisa estuda a pré-eclâmpsia (PE) há mais de uma década com o objetivo de detectar possíveis biomarcadores sanguíneos de hemostasia, inflamação e disfunção endotelial que possam ser úteis para o diagnóstico de PE. Até hoje, apenas o aparecimento de hipertensão (≥ 140 mmHg sistólica ou ≥ 90 mmHg diastólica) em ou após 20 semanas de gestação em associação ou não com proteinúria e/ou evidências de comprometimento multissistêmico (como disfunção renal, hepática e neurológica) é considerado um critério aceitável para estabelecer o diagnóstico desta doença gestacional. É importante ressaltar que a PE afeta entre 2 e 8% de todas as gestações no mundo, ainda não existe um diagnóstico precoce da doença, antes da ocorrência de comprometimento sistemático, o que motiva nossa árdua busca por marcadores laboratoriais de PE. Endocan é um marcador bioquímico de disfunção endotelial que está potencialmente associado à resposta imunoinflamatória. Dados anteriores do nosso grupo mostraram que a disfunção endotelial e a inflamação são características importantes na EP. Com o objetivo de determinar se os níveis plasmáticos de endocan podem ser úteis para determinar a predisposição e/ou desenvolvimento de PE, investigamos seus níveis em gestantes normotensas e com pré-eclâmpsia do estado de Minas Gerais, Brasil.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1055/s-0041-1728661
dc.identifier.issn0100-7203
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57395
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGravidez
dc.subjectPré-eclâmpsia
dc.subjectProteoglicanas
dc.subjectBiomarcadores
dc.subjectEstudos de casos e controles
dc.subject.otherHumans
dc.subject.otherFemale
dc.subject.otherPregnancy
dc.subject.otherPre-eclampsia
dc.subject.otherProteoglycans
dc.subject.otherBiomarkers
dc.subject.otherCase-control studies
dc.titleAre endocan plasma levels altered in preeclampsia?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage234
local.citation.issue3
local.citation.spage232
local.citation.volume43
local.description.resumoOur research group has been studying preeclampsia (PE) for over a decade aiming to detect possible blood biomarkers of hemostasis, inflammation, and endothelial dysfunction that could be useful for the diagnosis of PE. Until today, only the onset of hypertension (≥ 140 mmHg systolic or ≥ 90 mmHg diastolic) on or after 20 weeks of gestation in association or not with proteinuria and/or evidences of multisystem impairment (such as renal, liver and neurological dysfunctions) is an acceptable criterion to establish the diagnosis of this gestational disease. It is important to emphasize that PE affects between 2 and 8% of all pregnancies worldwide, an early diagnosis of the disease, before the occurrence of systematic impairment, is still not available, which motivates our arduous search for laboratory markers of PE. Endocan is a biochemical marker of endothelial dysfunction that is potentially associated with immunoinflammatory response. Previous data of our group showed that endothelial dysfunction and inflammation are important features in PE. Aiming to determine if endocan plasma levels could be useful for determining PE predisposition and/or development, we investigate its levels in preeclamptic and normotensive pregnant women from the southeastern state of Minas Gerais, Brazil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.thieme-connect.de/products/ejournals/abstract/10.1055/s-0041-1728661

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