Análise de proteínas diferencialmente reguladas no proteoma total e modificações pós-traducionais nas formas Amastigotas extracelulares (AE) de duas cepas, com diferentes infectividades, de Trypanosoma cruzi

dc.creatorCarlos Alcides Nájera
dc.date.accessioned2024-12-06T16:46:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:11Z
dc.date.available2024-12-06T16:46:23Z
dc.date.issued2024-08-26
dc.description.abstractTrypanosoma cruzi (T. cruzi) encompasses various strains of obligatory intracellular eukaryotic parasites, which exhibit diversity in their biological processes, notably in their interaction with mammalian hosts. The study of the parasite has enabled the identification of infective strains that can cause Chagas Disease (CD) in humans, while others are non-infective. These strains show differences in their infectivity profiles, which may be partially related to the expression of specific proteins essential for cellular interaction, facilitating host cell invasion. In this study were analyzed the total proteome and post-translational modifications (PTMs: phosphorylation and N-glycosylation) of extracellular amastigote forms (EAs) of the CL (less infective) and G (more infective) strains. The aim of this work was to identify differentially regulated proteins that could aid in better understanding these differences, noting that the parasite, throughout its life cycle, must adapt to different environmental conditions that alter its proteome in response to various internal and external stimuli. We employed mass spectrometry-based proteomics for such purposes. In total, 8012 proteins were identified in the total proteome, along with 3117 phosphoproteins (phosphoproteome) and 813 glycoproteins (N-glycoproteome). Based on the results and the available literature for EAs, we decided to focus on proteins related to the parasite's outer membrane, aiming to understand the relationship between protein abundance and PTMs and the observed differences in the infectivity profiles of the strains. Among the identified proteins, the trans-sialidase (TS) family was selected for more detailed analysis due to its potential role in virulence, with a higher abundance of group II TS observed for the CL strain. We also characterized a hypothetical sequence as a possible Ssp-4, a protein specific to the amastigote form, and demonstrated the validation of a putative serine/threonine kinase, which showed a higher abundance in the CL strain. Likewise, we highlight the upregulation of a group of oligopeptidase B (OpdB) for the G strain. Although further analyses are necessary, we concluded that the data provide an important tool in studying strain infectivity, potentially contributing to the identification of proteins or signaling pathways essential for the parasite's EAs forms, which could be pharmacological targets or aid in the treatment of CD.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78506
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectGenética
dc.subjectTrypanosoma cruzi
dc.subjectProteômica
dc.subjectEspectrometria de Massas
dc.subjectProcessamento de Proteína Pós-tradicional
dc.subject.otherTrypanosoma cruzi
dc.subject.otherAmastigotas extracelulares
dc.subject.otherProteômica
dc.subject.otherEspectrometria de massa
dc.subject.otherProteoma
dc.subject.otherModificações pós-traducionais
dc.titleAnálise de proteínas diferencialmente reguladas no proteoma total e modificações pós-traducionais nas formas Amastigotas extracelulares (AE) de duas cepas, com diferentes infectividades, de Trypanosoma cruzi
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Thiago Verano-Braga
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3040775051267434
local.contributor.advisor1Diana Bahia
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2537490017420916
local.contributor.referee1Giuseppe Palmisano
local.contributor.referee1Claudio Vieira da Silva
local.contributor.referee1Gabriela de Assis Burle Caldas
local.contributor.referee1Carlos Renato Machado
local.contributor.referee1Cristina Mary Orikaza
local.contributor.referee1Wanderson Duarte Da Rocha
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7594136738255863
local.description.embargo2026-08-26
local.description.resumoTrypanosoma cruzi (T. cruzi) compreende várias cepas de parasitas eucariotas intracelulares obrigatórios que apresentam diversidade em seus processos biológicos, sendo destacável a interação com seu hospedeiro mamífero. O estudo do parasita tem permitido identificar cepas infectivas que, em humanos, podem causar a Doença de Chagas (DC), enquanto outras não são infectivas. Tais cepas apresentam diferenças no perfil de infectividade, o que pode estar relacionado, em parte, à expressão de proteínas específicas, essenciais na interação celular, que favorecem a invasão à célula hospedeira. Neste estudo, foi analisado o proteoma total e as modificações pós traducionais (MPTs: fosforilação e N-glicosilação) de formas amastigotas extracelulares (AEs), das cepas CL (menos infectiva) e G (mais infectiva). O objetivo deste trabalho foi identificar proteínas diferencialmente reguladas que pudessem ajudar na melhor compreensão dessas diferenças, observando que o parasita, no seu ciclo de vida, precisa se adaptar a diferentes condições ambientais que mudam seu proteoma, em resposta a diversos estímulos internos e externos. Para isso, foi utilizada a proteômica baseada em espectrometria de massa. Ao todo, 8012 proteínas foram identificadas no proteoma total, além de 3117 fosfoproteínas (fosfoproteoma) e 813 glicoproteínas (N-glicoproteoma). Baseado nos resultados e na literatura disponível para as formas AEs, decidimos focar em proteínas relacionadas à membrana plasmática do parasita, procurando entender a relação entre a abundância de proteínas e MPTs e as diferenças observadas no perfil de infectividade das cepas. Dentre as proteínas identificadas, as da família de trans-sialidase (TS) foram selecionadas para uma análise mais detalhada, devido ao seu potencial papel na virulência, sendo observada uma maior abundância de TS do grupo II para a cepa CL. Caracterizamos, também, uma sequência hipotética como uma possível Ssp-4, proteína específica da forma amastigota, e mostramos a validação de uma serina/treonina quinase putativa, a qual apresentou uma maior abundância para a cepa CL. De igual forma, ressaltamos a regulação positiva de um grupo de oligopeptidase B (OpdB) para a cepa G. Concluímos que, apesar de serem necessárias outras análises, os dados fornecem uma ferramenta importante no estudo da infectividade das cepas, podendo contribuir no reconhecimento de proteínas ou vias de sinalização essenciais para as formas AEs do parasita, que possam ser alvos farmacológicos ou que ajudem no tratamento da DC.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Genética

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