Implicações cognitivas do divórcio no desenvolvimento e na saúde mental da criança: uma perspectiva cognitiva comportamental

dc.creatorTamara Siqueira Passos
dc.date.accessioned2019-08-12T14:00:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:22Z
dc.date.available2019-08-12T14:00:25Z
dc.date.issued2012-02-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9EHGTY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTerapia cognitivo-comportamental
dc.subject.otherDesenvolvimento cognitivo
dc.subject.otherDivórcio
dc.subject.otherSaúde mental infantil
dc.subject.otherTerapia cognitivo-comportamental
dc.titleImplicações cognitivas do divórcio no desenvolvimento e na saúde mental da criança: uma perspectiva cognitiva comportamental
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Jose Carlos Cavalheiro da Silveira
local.contributor.referee1Rute Maria Velasquez Santos
local.description.resumoA presente monografia busca compreender as implicações cognitivas relativas ao divórcio parental no desenvolvimento cognitivo e na saúde mental da criança que vivencia esse evento, com a finalidade de contribuir para o enriquecimento desse domínio e auxiliar os terapeutas cognitivocomportamentais na compreensão e no tratamento dos membros envolvidos. Métodos: Realizou-se uma revisão bibliográfica, recorrendo às palavras-chave: divórcio, desenvolvimento cognitivo, saúde mental infantil e terapia cognitivocomportamental, na base de dados do SciELO e em livros da especialidade. Resultados e Discussão: O divórcio em sí não se apresentou como determinante de prejuízos ao desenvolvimento cognitivo e a saúde mental da criança, mas os aspectos relativos ao divórcio como: redução dos recursos financeiros familiar, conflito parental, ausência de um dos pais e a comunicação deficitária entre o casal e a criança se mostraram como fatores que podem ser comprometedores para a criança se não forem bem administrados. Para esse estudo, foram abordados respectivamente quatro temas que são eles: o divórcio, o desenvolvimento cognitivo da criança, a saúde mental infantil e a terapia cognitivo-comportamental. Conclusão: Conclui-se com esse estudo que a terapia cognitivo-comportamental pode ser uma excelente abordagem psicoterápica para o tratamento de famílias que experienciam o divórcio parental, visto que o manejo adequado dos fatores que podem afetar a criança se mostrou decisivo na redução dos danos do evento no desenvolvimento cognitivo e na saúde mental da criança.
local.publisher.initialsUFMG

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