Infecção por Mycoplasma hyorhinis em casos precoces de pneumonia micoplásmica e comparação entre técnicas diagnósticas

dc.creatorCarlos Eduardo Real Pereira
dc.date.accessioned2019-08-13T12:21:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:13:33Z
dc.date.available2019-08-13T12:21:09Z
dc.date.issued2014-01-22
dc.description.abstractEnzootic pneumonia caused by bacteria of the genus Mycoplasma is a disease of great importance in the pig industry. Due to the controversial role of Mycoplasma hyorhinis in this disease, confirmation of the presence of these bacteria, and the identification of their roles, in respiratory disease remains a major challenge. The objectives of this study were to compare different techniques, especially fluorescent in situ hybridization (FISH), for diagnosis of respiratory mycoplasmosis in naturally infected pigs, and to evaluate the presence of M. hyorhinis in early cases of mycoplasmal pneumonia. Ninety M. hyopneumoniae and/or M. hyorhinis infected lung tissue samples were selected based on the mosaic of diagnosis (clinical signs, gross and microscopic lesions and PCR) were used. The average age of animals in group 2 (PCR positive for M. hyorhinis only) was 57.32 days and 116.31 days (P <0.01) for group 1 (PCR positive for M. hyopneumoniae only). These findings suggest that colonization and development of lesions caused by M. hyorhinis occur earlier than those caused by M. hyopneumoniae. Microscopic changes were statistically (P <0.01) more intense in group 1 than in group 2. Using the mosaic of diagnosis as the gold standard, the sensitivity and specificity of FISH for M. hyopneumoniae was 75 and 100%, respectively, and 40 to 73.3% by immunohistochemistry. The sensitivity and specificity of FISH for M. hyorhinis was 76.7 to 100%, respectively. These findings demonstrate that FISH can be a useful tool for diagnosing mycoplasmosis. The presence of viral antigens (PCV2 or influenza A) was detected in 53.3% of the samples in group 2 (M. hyorhinis) and 13.3% of the samples in group 1 (M. hyopneumoniae).
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-9PRHAD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSuino Doenças
dc.subjectPneumonia
dc.subjectMycoplasma hyopneumoniae
dc.subjectInfecções respiratórias
dc.subjectImunohistoquímica
dc.subject.otherImuno-histoquimica
dc.subject.otherPneumonia micoplásmica
dc.subject.otherMycoplasma hyopneumoniae
dc.subject.otherFISH
dc.subject.otherPCR
dc.titleInfecção por Mycoplasma hyorhinis em casos precoces de pneumonia micoplásmica e comparação entre técnicas diagnósticas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Roberto Mauricio Carvalho Guedes
local.contributor.referee1Fábio Augusto Vannucci
local.contributor.referee1Jose Lucio dos Santos
local.description.resumoA pneumonia micoplásmica causada por bactérias do gênero Mycoplasma é uma enfermidade de grande importância para indústria suinícola, sendo ainda controverso o papel desempenhado pelo Mycoplasma hyorhinis nessa doença. A confirmação da presença dessas bactérias bem como a identificação de seus papéis em doenças respiratórias continua sendo um grande desafio. Os objetivos desse estudo foram comparar diferentes técnicas, em especial a de hibridização fluorescente in situ (FISH), para diagnóstico de micoplasmoses respiratória em suínos naturalmente infectados e avaliar a presença do M. hyorhinis em casos precoces de pneumonia micoplásmica. Foram utilizadas 90 amostras de tecido pulmonar infectado para cada um ou ambos os agentes (M. hyopneumoniae e M. hyorhinis) determinados pelo mosaico de diagnóstico (sinais clínicos, lesões macroscópicas e microscópicas e pela PCR). No grupo de animais positivos pela PCR apenas para M. hyorhinis (Grupo 2) a média da idade foi de 57,32 dias e no grupo apenas positivo para M. hyopneumoniae (Grupo 1) a média foi de 116,31 dias (P<0,01). Estes achados sugerem que a colonização e o aparecimento de lesões causadas pelo M. hyorhinis seja mais precoce do que aquelas causadas pelo M. hyopneumoniae. As alterações microscópicas foram estatisticamente (P<0,01) mais intensas no grupo 1 do que no grupo 2. Usando o mosaico de diagnóstico como padrão ouro, a sensibilidade e especificidade na FISH para M. hyopneumoniae foi de 75 e 100%, respectivamente, e 40 e 73,3%, na imuno-histoquimíca. A sensibilidade e especificidade da FISH para M. hyorhinis foi de 76,7 e 100%. Esses valores demonstram que a FISH pode ser uma ferramenta útil para diagnóstico de micoplasmoses. Foi detectado a presença de agentes virais (PCV2 ou influenza) em 53,3% das amostras do grupo 2 (M. hyorhinis) e em 13,3% das amostras do grupo 1 (M. hyopneumoniae).
local.publisher.initialsUFMG

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