A qualidade do trabalho e a sobre-educação na economia compartilhada, Brasil (2012-2020)

dc.creatorAntônio Lucas de Abreu Melo
dc.date.accessioned2021-06-25T16:06:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:20Z
dc.date.available2021-06-25T16:06:30Z
dc.date.issued2021-04-06
dc.description.abstractThe Sharing Economy is characterized by the performance of digital platforms that connect the supply and demand for goods and services. This segment has been gaining space in the Brazilian market as it plays an important role as an alternative to unemployment, especially after the economic crisis that started in 2014 and that remains until today. A significant portion of these individuals who find it difficult to enter the formal market are composed of highly educated workers who submit themselves to less qualified jobs, this situation is defined as overeducation. This panorama raised questions about the future of work, especially with regard to job quality, as the Sharing Economy lacks regulation of labor rights. It is proposed to analyze the behavior of these three axes by means of indicators, which are: 1) Shared Economy Index – EC; 2) Job Quality Index – IQT; 3) Index of Overeducation – ISE. Thus, salary models for urban Brazil are estimated by MQO for each year between 2012 and 2020, in order to follow the evolution of the interaction of the indicators. For this purpose, data from the PNAD-Continua and the Brazilian Classification of Occupations - CBO were used. The results show that the Sharing Economy and overeducation have grown, while the quality of work is stagnant after the economic crisis. In addition, there is an increase in social disparities, with individuals overeducated in precarious jobs in the Sharing Economy with the greatest penalty on labor income over the period.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36576
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEconomia
dc.subjectEducação e desenvolvimento econômico
dc.subjectTecnologia e desenvolvimento econômico
dc.subjectQualidade de vida no trabalho
dc.subjectBrasil
dc.subject.otherEconomia Compartilhada
dc.subject.otherSobre-educação
dc.subject.otherQualidade do trabalho
dc.titleA qualidade do trabalho e a sobre-educação na economia compartilhada, Brasil (2012-2020)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ana Maria Hermeto Camilo de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4296821710899356
local.contributor.referee1Philipe Scherrer Mendes
local.contributor.referee1Guilherme Diniz Irffi
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7804492365697549
local.description.resumoA Economia Compartilhada é marcada pela atuação de plataformas digitais que conectam a oferta e a demanda de bens e serviços. Esse segmento vem ganhando espaço no mercado brasileiro ao desempenhar um papel importante como alternativa ao desemprego, sobretudo após a crise econômica iniciada em 2014 e que permanece até a atualidade. Uma parcela significativa desses indivíduos que encontra dificuldades para se inserir no mercado formal é composta por trabalhadores com educação elevada que se submete a empregos de menor qualificação, essa situação é definida como sobre-educação. Esse panorama trouxe questionamentos acerca do futuro do trabalho, principalmente no que tange à qualidade, pois a Economia Compartilhada carece de regulamentação dos direitos trabalhistas. Propõe-se analisar o comportamento desses três eixos por meio de indicadores, são: 1) Índice de Economia Compartilhada – EC; 2) Índice de Qualidade do Trabalho – IQT; 3) Índice de Sobre-Educação – ISE. Assim, são estimados por MQO modelos salariais para o Brasil urbano para cada ano entre 2012 e 2020, a fim de acompanhar a evolução da interação dos indicadores, para isso, foram utilizados os dados da PNAD-Contínua e da Classificação Brasileira de Ocupações – CBO. Os resultados apontam que a Economia Compartilhada e a sobre-educação têm crescido, enquanto a qualidade do trabalho fica estagnada após a crise econômica. Além disso, há um crescimento das disparidades sociais, com os indivíduos sobre-educados em trabalhados precários na Economia Compartilhada com a maior penalidade no rendimento do trabalho ao longo do período.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia

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