Principais desafios para organização do trabalho dos enfermeiros naestratégia de saúde da família na cidade de Araçuaí-MG

dc.creatorValquiria Macedo da Silva
dc.date.accessioned2019-08-10T06:44:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:02Z
dc.date.available2019-08-10T06:44:59Z
dc.date.issued2009-12-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9CXF9W
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstratégia saúde da família
dc.subject.otherSUS
dc.subject.otherSaúde da família
dc.subject.otherEnfermeiros
dc.titlePrincipais desafios para organização do trabalho dos enfermeiros naestratégia de saúde da família na cidade de Araçuaí-MG
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Maria Terezinha Gariglio
local.description.resumoAs questões relacionadas aos programas de Saúde da Família não possuem, por parte dos governantes/gestores em saúde a prioridade de deveriam ter, pois os sistemas de saúde ainda trabalham muito voltados para o modelo hospitalocentrico. Os programas de saúde da família possuem uma atenção voltada à promoção da saúde e à prevenção das doenças através de um conjunto de serviços essenciais para a saúde da população. É o primeiro nível de atenção à saúde que funciona como porta de entrada do sistema, tendo como objetivo: acessibilidade, integralidade, coordenação, continuidade e transparência. Este estudo objetivou identificar os principais desafios para organização do trabalho dos enfermeiros na estratégia de saúde da família na cidade de Araçuaí-MG. Trata-se de um estudo descritivo de pesquisa de opinião com abordagem qualitativa, a partir da aplicação de questionários para 9 enfermeiros dos PSF/PACS do Município de Araçuaí. Os resultados apresentados mostraram que apenas 04 enfermeiros realizam ou já fizeram alguma pós-graduação voltada para a saúde pública, correspondendo a 44,4% do total de enfermeiros. De acordo com as analises realizadas percebe-se que a maior freqüência dos fatores relevantes para a organização do trabalho foram referentes à questão da capacitação dos profissionais, boas condições de trabalho, harmonia, sintonia e trabalho em equipe e a implantação de linhas guias e protocolos. Observa-se que o enfoque maior no que se refere as principais dificuldades apresentadas no serviço foi em relação a falta de capacitação dos profissionais, principalmente os ACS, ficando em segundo lugar a questão da estrutura física inadequada e a falta de materiais/equipamentos, a rotatividade de profissionais foi colocada em terceiro lugar como um dificultador para o bom funcionamento das unidades, ficando como quarto fator a falta de perfil dos profissionais e a falta de transporte Já em relação às facilidades, a maioria se referiu em relação à contribuição da comunidade/população com o serviço e a interação entre as equipes, sendo que 02 profissionais não responderam as facilidades apresentadas no processo de trabalho.
local.publisher.initialsUFMG

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