Avaliação de alternativas de controle de leucose enzoótica bovina em rebanho bovino de leite

dc.creatorPaulo Lourenco da Silva
dc.date.accessioned2019-08-13T17:11:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:54Z
dc.date.available2019-08-13T17:11:07Z
dc.date.issued1988-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8R2LJ3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectLeucose bovina
dc.subjectBovino de leite Doenças
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAvaliação de alternativas de controle de leucose enzoótica bovina em rebanho bovino de leite
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Francisco Cecilio Viana
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.contributor.referee1Jose Ailton da Silva
local.contributor.referee1Israel Jose da Silva
local.contributor.referee1Tito Flávio Rodrigues Aguiar
local.description.resumoO estudo da avaliação de alternativas de controle da Leucose Enzoótica Bovina (LEB), foi aplicado num rebanho de 110 animais das raças holandesa e jersey, pertencente a Em presa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), Cambuquira, Minas Gerais, onde a prevalência inicial da doença era de 70,19%, com o objetivo de avaliar a eficiência de um conjunto de medidas preventivas, apropriadas a determinado sistema de produção, a fim de prevenir a transmissão horizontal do Vírus Leucose Bovina (VLB). Para verificação do estado sorológico dos bovinos, utilizou-se como diagnóstico, a prova de imunodifusão em gel de agar (IDGA), em placa, com antígeno glicoprotéico. Foram acompanhados 47 bezerros, do nascimento aos 19 meses de idade, período de execução do programa de controle, num total de oito testes sorológicos. Após o nascimento, os bezerros eram separados das mães, sendo que 13 bezerros receberam colostro e/ou leite de vacas soronegativas, e 34 bezerros receberam colostro e/ou leite de vacas soropostivas, aquecido à 560C por 30 minutos. Dos 13 bezerros que ingeriram colostro e/ou leite de vacas soronegativas, somente um apresentou reação soropositiva durante todo o período considerado, e neste caso, não se descartou a possibilidade de transmissão através de vetores, onde infecção transplacentária, uma vez que, este bezerro era filho de vaca soropositiva. Dos 34 bezerros que ingeriram colostro e/ou leite de vacas soropositivas à LEB, aquecido à 56°C por 30 minutos, dois apresentaram reação soropositiva ao primeiro teste, negativando-se ao reteste, e cinco ficaram reagentes após a desmama. Ao final do estudo, verificou-se que 79,16% dos bezerros desmamados deste grupo, apresentaram reações soronegativa a prova de IDGA. Adotou-se ainda neste rebanho, como medidas de controle da LEB, a separação dos bezerros em grupos soronegativos e soropositivos à prova de IDGA; uso individual de agulhas nas colheitas de sangue, medicações e vacinações; lavagem e desinfecção dos instrumentos cirúrgicos com iodofor e controle de insetos hematófagos, através da distribuição adequada de dejetos orgânicos oriundos da limpeza do curral. A prevalência da LEB no rebanho diminuiu significativamente (P < 0,01) durante O período estudado, de 70,19% para 38,18%. Apesar das dificuldades operacio nais verificadas no decorrer do estudo, tais como, prática não definida de descarte, falta de medidas rigorosas na entrada e saída de animais do rebanho e inadequada infra-estrutura de campo, os resultados alcançados podem ser considerados satisfatórios. Concluiu-se que, a intervenção sobre as variáveis relacionadas a transmissão horizontal da LEB determinou a redução da prevalência da LEB no rebanho no período estudado
local.publisher.initialsUFMG

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