Avaliação de dois tratamentos da toxoplasmose caprina utilizando-se monensina sódica e uma associação de sulfadiazina e pirimetamina

dc.creatorRogerio Pinheiro Caldas
dc.date.accessioned2019-08-13T13:06:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:23Z
dc.date.available2019-08-13T13:06:03Z
dc.date.issued1989-10-24
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8R4PG7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCaprino Doenças
dc.subjectToxicoplasmose em animais Tratamento
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleAvaliação de dois tratamentos da toxoplasmose caprina utilizando-se monensina sódica e uma associação de sulfadiazina e pirimetamina
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Divino Lopes Filho
local.contributor.referee1Clea de Andrade Chiari
local.contributor.referee1Carlos Wilson Gomes Lopes
local.contributor.referee1Romario Cerqueira Leite
local.description.resumoDois tratamentos para toxoplasmose caprina foram avaliados em três rebanhos, naturalmente infectados, localizados em Juiz de Fora (MG), Petrópolis (RJ) e Santa Izabel (SP), no período de julho a outubro de 1988. Os caprinos eram em sua maioria, importados do Canadá, França e Suíça com índices de produção superior aos criados no país e pertencentes a três raças leiteiras (Parda Alpina, Saanen e Toggenburg). Eram criados, sob sistema semi-intensivo com alimentação consistindo de ração balanceada, capim Elefante (Pennisetum purpureum Schun) picado "ad libitum" no cocho e resíduo de cervejaria ("cevada") e pasto de capim Pangola (Digitaria decumbens Stent). Nesses criatórios foram detectados, durante o ano de 1987, problemas reprodutivos que iniciaram com aborto, natimortalidade, repetição de cio, nascimento de crias fracas e partos distócicos afetando cerca de 50% dos animais. Os animais de cada rebanho foram distribuídos em três grupos submetidos aos seguintes tratamentos grupo A, com 36 animais, não foi medicado (controle); grupo B, com 33 animais, que foram tratados com associação de sulfadiazina (20 mg/kg de peso corporal)e pirimetamina (1 mg/kg de peso corporal); grupo C, com 36 animais que receberam na ração monensina sódica na dose de 42 mg/dia por animal. O tratamento, nas cabras gestantes, foi iniciado no segundo terço da gestação (50 a 100 dias, com média de 75 dias) e terminou por ocasião do parto. Ao final do experimento, 50,0% dos animais do grupo A; 62,5% do grupo B, 69,7% do grupo C, apresentaram redução dos títulos de anticorpos anti-toxoplasma gondii, em relação ao início do tratamento. Essas diferenças na redução de títulos não foram estatisticamente significativas (P>0,05). Houve neste período, dois abortos no grupo B, dois no C e um no grupo A. A maioria dos filhotes nascidos de mães que participaram do experimento possuíam peso entre 5.0 a 4,5 kg. Não foram observados efeitos colaterais nos animais tratados. ldade, sexo e período de gestação não tiveram influência sobre o comportamento dos títulos de anticorpos anti-toxoplasma gondii, durante o período de tratamento. O tratamento com monensina e em relação a associação de sulfadiazina e pirimetamina, é de menor custo, exige menos manuseio dos animais e não requer mão-de-obra adicional
local.publisher.initialsUFMG

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