Estructura de las causas de muerte en Venezuela, años 2000-2010

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Bernardo Lanza Queiroz
Laura Lidia Rodriguez de Espinoza

Resumo

Na tentativa de construção de referenciais teóricos que sintetizem explicações para o declínio da mortalidade no mundo e as mudanças nos perfis epidemiológicos na história, surge a teoria da transição epidemiológica. Muita critica tem sido feita para essa teoria, em especial a ideia subjacente de progresso unilinear e evolutivo das sociedades. Na procura de marcos mais abertos e de caráter interdisciplinar, propostas alternativas têm surgido, dentre elas as de Frenk & al (1991) que aponta para a ideia de um modelo de transição epidemiológica polarizado-prolongado no caso da América Latina. Uma vez que a Venezuela nas últimas décadas apresenta uma proporção significativa das mortes por causas crônico-degenerativas enquanto, em paralelo, continuam presentes as mortes por causas infecciosas e externas, o objetivo principal deste trabalho é analisar a estrutura de causas de morte, com a intenção de caracterizar o perfil epidemiológico da Venezuela nos anos de 2000 a 2010, através da verificação dos pressupostos por trás do modelo de transição polarizado-prolongado e apostando que a polarização mencionada é marcada pelo viés urbano no país. Faz-se uma análise de correlações e regressões simples das taxas de mortalidade padronizadas para a população com cinco ou mais anos de idade. Os resultados indicam uma variação na adesão do modelo segundo sexo.

Abstract

In the attempt to build theoretical frameworks that synthesize explanations for the decline in mortality in the world and changes in epidemiological profile throughout history, the epidemiological transition theory arises. Many questions have been made to this theory, especially the idea behind of evolutionary unilineal societies and progress. Looking for more open frameworks and interdisciplinary character, alternative proposals have emerged, among them, Frenk & al (1991) points to the idea of an extended- polarized model in the case of Latin America epidemiology transition. Since Venezuela in recent decades presents a significant proportion of deaths from chronic degenerative causes , while in parallel, deaths continue to submit infectious causes and external causes , the main objective of this paper is to analyze the structure of causes of death, with the intention of characterizing the epidemiological profile of Venezuela in the years 2000 to 2010 , through the verification of the assumptions behind the extended- polarized transition model and betting that the polarization mentioned , is marked by the urban bias in the country. This investigation uses correlations and simple regressions analysis of standardized mortality rates for the population aged 5 and older. The results indicate an important compliance model adopted by sex variation.

Assunto

Demografia, Mortalidade Venezuela

Palavras-chave

padrões de mortalidade, Venezuela, estrutura de causas de morte, transição epidemiológica, modelo de transição epidemiológica polarizado-prolongado

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