Vanguards of longevity: the case of brazilian Air Force military

dc.creatorVanessa Gabrielle di Lego Goncalves
dc.date.accessioned2019-08-11T05:43:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:16:49Z
dc.date.available2019-08-11T05:43:02Z
dc.date.issued2017-12-20
dc.description.abstractIn the demographic study of mortality, there has been growing attention to population subgroups that are more likely to rst benet from mortality progress or benet more intensivelythanothers. Some authors dene these subgroups as vanguard populations (Evgueni et al. 2014; Caselli and Luy 2014). Focusing on mortality trajectories of vanguard populations can be instrumental to disentangling the pathways to longer lives and isolating specic risk factors (Evgueni et al. 2014; Caselli and Luy 2014). Hence, we use a novel longitudinal military dataset for Brazilian Air Force personnel (BAF), considering them as a vanguard population subgroup in Brazil to explore two main questions: 1. Given a highly selected (vanguard) population subgroup in a developing country, what is the degree of survival selection among its members and what are the factors associated to it? 2. Are there other possible candidates as vanguard groups in Brazil? What is the true advantage of the military compared to other low mortality subgroups? Oursampleiscomposedof N =13,341individuals,comprisedof D =3,084 deaths (23.11% of total sample) and S =10,257 survivors. We employ non-parametric (KM curves) and semi-parametric (Cox regression) approaches to address question number 1, and compute probabilities of death by single ages derived from the incidence rates to compare with other vanguard population groups in Brazil and address question number 2. We show that even in a selected setting place of birth and educational background are still important to explain mortality dierenetials, suggesting scarring eect among the BAF personnel
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AWNLXB
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMilitares Mortalidade Brasil
dc.subjectDemografia
dc.subjectLongevidade
dc.subject.otherVanguarda
dc.subject.otherFAB
dc.subject.otherMortalidade adulta
dc.subject.otherSeleção
dc.subject.otherLongevidade
dc.titleVanguards of longevity: the case of brazilian Air Force military
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Luciana Correia Alves
local.contributor.advisor1Juliana Vaz de Melo Mambrini
local.contributor.referee1Bernardo Lanza Queiroz
local.contributor.referee1Luciana Soares Luz do Amaral
local.description.resumoNo estudo demográco da mortalidade, mais atenção tem sido dada a subgrupos da população que se beneciam primeiro ou mais intensamente dos progressos em mortalidade. Alguns autores denem esses subgrupos como populações de vanguarda (Evgueni et al., 2014, Caselli e Luy, 2014). Concentrar-se nas trajetórias de mortalidade das populações de vanguarda pode ser uma estratégia para melhor compreender os mecanismos que levam à vida mais longa e isolar fatores de risco especícos (Evgueni et al., 2014; Caselli e Luy, 2014). Com isso, fazemos uso de um novo banco de dados longitudinal de militares da Força Aérea Brasileira (FAB), considerando-os enquanto uma população de vanguarda,para examinar duas questões principais: 1. Dadoumsubgrupo de população altamente selecionado (vanguarda) em um país em desenvolvimento, qual é o grau de seleção de sobrevivência entre seus membros e quais são os fatores associados a ele? 2. Existem outros possíveis candidatos como grupos de vanguarda no Brasil? Qual é a verdadeira vantagem dos militares em comparação com outros subgrupos de baixamortalidade? Nossa amostra é composta de N=13,341indivíduos,incluindoD= 3, 084 mortes (23,11% da amostra total) e S = 10, 257 sobreviventes. Nós empregamos abordagens não-paramétricas (curvas KM) e semi-paramétricas (regressão Cox) para tratar da nossa primeira questão e estimamos probabilidades de morte derivadas das incidências de morte para responder à questão número 2. Mostramos que,em um cenário selecionado, o local de nascimento e os antecedentes educacionais ainda são importantes para explicar os diferenciais de mortalidade, sugerindo um efeito de scarring entre militares da FAB
local.publisher.initialsUFMG

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