A Semana que o Rio ignorou: outros modernismos…

dc.creatorLeandro Garcia Rodrigues
dc.date.accessioned2025-08-07T14:32:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:06Z
dc.date.available2025-08-07T14:32:04Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractIn this centenary of the Brazilian “Week of Modern Art,” numerous reviews have been made in order to evaluate this event of great importance for the cultural history of Brazil. We know that Rio de Janeiro did not share much of the modernist proposal that arrived from São Paulo. This fact is understandable, since Rio modernized itself through very different ways and experiences, not following the avant-garde trend explored by São Paulo’s intellectuals. Even in Rio de Janeiro, an important group of modernist writers of spiritualist orientation was organized around the Dom Vital Center, an institution that congregated catholic intellectuals and artists, whose journal A Ordem helped to divulge this more conservative modernity. This “other modernism,” more conservative and distant from the vanguard, will be the point critically analyzed in this paper.
dc.identifier.issn2448-2773
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84149
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista do Centro de Pesquisa e Formação
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectSemana de Arte Moderna. (1922 :São Paulo, SP)
dc.subject.otherModernismo
dc.subject.otherVanguarda
dc.subject.otherSemana de 22
dc.subject.otherRio de Janeiro
dc.subject.otherSão Paulo.
dc.titleA Semana que o Rio ignorou: outros modernismos…
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage111
local.citation.spage99
local.citation.volume14
local.description.resumoNeste centenário da Semana de Arte Moderna, inúmeras revisões têm sido feitas no sentido de avaliar este evento de grande importância para a história cultural do Brasil. Sabemos que o Rio de Janeiro não compartilhou muito da proposta modernista que chegava de São Paulo, fato compreensível, já que a então Capital Federal se modernizou por vias e experiências bem diferentes, não seguindo a tendência vanguardista explorada pela intelectualidade paulista. Inclusive, no Rio de Janeiro, organizou-se um importante grupo de escritores modernistas de orientação espiritualista em torno do Centro Dom Vital, instituição que congregava intelectuais e artistas católicos, cuja revista A Ordem ajudou a divulgar esta modernidade mais conservadora. Esse “outro modernismo” mais conservador e distante da vanguarda será o objeto analisado neste artigo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/revista/edicao14.php?cor=verde

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