Is retirement associated to greater life satisfaction? Cross-sectional findings from ELSA-Brasil

dc.creatorJôsi Fernandes de Castro Rodrigues
dc.creatorSandhi Maria Barreto
dc.creatorRosane Harter Griep
dc.creatorMaria de Jesus Mendes da Fonseca
dc.creatorLidyane do Valle Camelo
dc.creatorLuana Giatti
dc.date.accessioned2023-11-06T20:50:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:09Z
dc.date.available2023-11-06T20:50:06Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractO estudo buscou examinar se a aposentadoria está associada a maior satisfação com a vida e se a associação difere de acordo com gênero e tipo de ocupação. Trata-se de uma análise transversal de 13.645 servidores públicos, entre ativos e aposentados, avaliados na segunda visita da coorte Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil, 2012-2014). Foram excluídos os aposentados por motivo de saúde. As variáveis independentes eram: (1) situação ocupacional atual (não aposentado, aposentado); (2) engajamento em trabalho depois da aposentadoria (não aposentado, aposentado e trabalhando, aposentado e não trabalhando); (3) tempo desde a aposentadoria (não aposentado, > 0-3, > 3-8, > 8-15, > 15 anos). A satisfação com a vida foi obtida com a Escala de Satisfação com a Vida. As associações foram estimadas por regressão linear multivariada. Depois de ajustar para indicadores sociodemográficos e de saúde, a satisfação com a vida era mais alta entre aposentados (β = 0,50, IC95%: 0,32; 0,68) comparados com os não aposentados. Os aposentados que não estavam trabalhando (β = 0,56, IC95%: 0,33; 0,78) pareciam mais satisfeitos que aqueles que estavam trabalhando (β = 0,46, IC95%: 0,26; 0,66) e os não aposentados. A satisfação com a vida era maior entre aqueles que estavam aposentados: > 0-3 anos (β = 0,57, IC95%: 0,33; 0,81), > 8-15 anos (β = 0,66, IC95%: 0,34; 0,98) e > 15 anos (β = 0,51, IC95%: 0,27; 0,74), comparados aos ativos. Essas associações não foram modificadas por gênero ou tipo de ocupação. Nesta coorte brasileira, servidores públicos aposentados de instituições de ensino e pesquisa pareciam mais satisfeitos com a vida em comparação com os servidores ativos. Os resultados sugerem que a satisfação com a vida pode variar de acordo com o tempo desde a aposentadoria e se o indivíduo continua trabalhando depois, embora as associações se sobreponham.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311X00034521
dc.identifier.issn1678-4464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60535
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAposentadoria
dc.subjectTrabalho
dc.subjectSatisfação pessoal
dc.subjectEstudos transversais
dc.subject.otherRetirement
dc.subject.otherWork
dc.subject.otherPersonal satisfaction
dc.subject.otherCross-sectional studies
dc.titleIs retirement associated to greater life satisfaction? Cross-sectional findings from ELSA-Brasil
dc.title.alternativeA aposentadoria está associada a maior satisfação com a vida? Achados transversais do estudo ELSA-Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue2
local.citation.volume38
local.description.resumoThis study aimed to examine whether retirement is associated with greater life satisfaction and if this association differs by sex and type of work. This is a cross-sectional analysis of 13,645 active and retired civil servants, attending to the second visit of the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health cohort (ELSA-Brasil, 2012-2014). Retirees due to disability were excluded. The explanatory variables were: (1) current occupational status (not retired, retired); (2) work engagement after retirement (not retired, retired and working, retired and not working); (3) time since retirement (not retired, > 0-3, > 3-8, > 8-15, > 15 years). Life satisfaction was obtained from the Satisfaction With Life Scale. Associations were estimated by multiple linear regression. After considering sociodemographic and health indicators, life satisfaction was higher for retired individuals (β = 0.50, 95%CI: 0.32; 0.68) than not retired. Retirees who were not working (β = 0.56, 95%CI: 0.33; 0.78) seemed to be more satisfied than those working (β = 0.46, 95%CI: 0.26; 0.66). Life satisfaction was greater among those who retired: > 0-3 years (β = 0.57, 95%CI: 0.33; 0.81), > 8-15 years (β = 0.66, 95%CI: 0.34; 0.98), and > 15 years (β = 0.51, 95%CI: 0.27; 0.74) as compared to active workers. These associations were not modified by gender or type of work. In this Brazilian cohort, retired civil servants from teaching and research institutions seemed to be more satisfied with their lives than active individuals. Results suggest that life satisfaction may vary with time after retirement and whether individuals keep working afterwards, although the variations overlap.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6176-9129
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7383-7811
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6250-2036
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5319-5513
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7471-7547
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5454-2460
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/L96JcyKwVWFSNj7ppVKGNrL/?lang=en#

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