Fatores psicossociais envolvidos na realização do exame de prevenção do Câncer do colo uterino

dc.creatorJosianne de Almeida Rodrigues
dc.date.accessioned2019-08-14T02:56:05Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:39Z
dc.date.available2019-08-14T02:56:05Z
dc.date.issued2011-08-13
dc.description.abstractThe Uterine-cervical cancer control obeys to the secondary prevention strategy based on the cervical cytology; a detection technique which has been used in some countries for more than thirty years. However, there is a large number of attended women that resist doing the test. During my research I have observed that the Pap smear Test can bring, among other things, discomfort or even embarrassment for women who have been tested due to the exposure of an intimate part of their bodies. Associated to this, some women are not well informed about the main objective of the test and most of the time, their psychosocial reflex is not considered or even trivialized. Therefore, this research proposes to carry out a narrative review with the objective of identifying the psychosocial factors which influence in the Pap smear Test and that is available in publications. For this, a bibliographic research in LILACS database and a manual and computerized research of literature that address the issue were done. From the studies raised, it was noticed that there is a variety of factors involved in the test accession. Factors ranging from cultural and test-facing aspects to factors related to the Health Women Service Organization that can facilitate the women access or not. It is important to recognize these aspects, because the ignorance and the non-facing problem have been the reason of the low accession from women for doing the Pap smear Test. So, the Health professionals and the Health Service have to organize and concentrate effort on the early detection of women, based on strategies related to the psychosocial characteristics present in the local reality.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9EGH87
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstratégia Saúde da Familía
dc.subject.otherPrevenção do Câncer de colo uterino
dc.subject.otherAspectos psicossociais
dc.subject.otherExame colpocitológico
dc.titleFatores psicossociais envolvidos na realização do exame de prevenção do Câncer do colo uterino
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Suelene Coelho
local.contributor.referee1Fernanda Magalhães Duarte Rocha
local.description.resumoO controle do câncer cérvico-uterino obedece à estratégia de prevenção secundária, baseada na citologia cervical, uma técnica de detecção que vem sendo utilizada em alguns países por mais de 30 anos. No entanto, há um grande número de mulheres assistidas que resistem em fazer este exame. Tenho observado no meu cotidiano que a técnica de realização do exame colpocitológico pode trazer, entre outras coisas, desconforto ou até mesmo constrangimento para mulher que se submete a ele, pois durante o procedimento há exposição de uma parte muito íntima do seu corpo. Associado a isso, algumas mulheres não são informadas devidamente sobre o principal objetivo do exame e na maioria das vezes, as suas manifestações psicossociais são desconsideradas ou banalizadas. Portanto, essa pesquisa propõe realizar uma revisão narrativa com o objetivo de identificar os fatores psicossociais que influenciam na realização do colpocitológico e que estejam disponíveis em publicações. Para isso, foi realizado um levantamento bibliográfico no banco de dados LILACS, e ainda a busca manual e computadorizada de literaturas que abordam o tema. A partir dos estudos levantados, percebeu-se que há uma variedade de fatores envolvidos na adesão ao exame. Fatores que vão desde aspectos culturais e de enfrentamento ao exame, até fatores relacionados à organização do serviço de saúde, que podem facilitar ou dificultar o acesso da mulher. É de extrema importância reconhecer esses aspectos, pois o seu desconhecimento e não enfrentamento tem sido causa da baixa adesão das mulheres ao exame colpocitológico. Assim, os profissionais de saúde e os serviços de saúde devem se organizar e concentrar seus esforços na captação precoce das mulheres, baseados em estratégias voltadas para as características psicossociais presentes na realidade local.
local.publisher.initialsUFMG

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