From Samuel Beckett to Nancy Huston: a poetics of self-translation
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Universidade Federal de Minas Gerais
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De Samuel Beckett a Nancy Huston: uma poética da autotradução
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This article focuses on self-translation and bilingualism as an essential characteristic to understand Samuel Beckett’s and Nancy Huston’s works and their literary projects. This analysis leads us to think in terms of a broader perspective of the term translation, which psychoanalysis and contemporary literary studies have addressed. Beckett had a literary project, which included a subversion of language that he aimed at through the process of self-translation. More than an activity, the process of translation and the manipulation of two languages is part of his poetic inspiration. When Huston makes an explicit homage to Beckett and puts herself in the same experience of writing in a foreign language and translating her own texts, she gives a testimony, and also provides a key for reading Beckett from a contemporary perspective. Despite the remarkable diferences between these two authors, we claim that self-translation is part of their literary project, and is more than a random event for both of them.
Abstract
Este artigo enfoca a autotradução e o bilinguismo como uma característica essencial para compreender as obras de Samuel Beckett e Nancy Huston e seus projetos literários. Esta análise nos leva a pensar em termos de uma perspectiva mais ampla do termo tradução, que a psicanálise e os estudos literários contemporâneos abordaram. Beckett tinha um projeto literário, que incluía uma subversão da linguagem através do processo de autotradução. Mais do que uma atividade, o processo de tradução e manipulação de duas línguas faz parte de sua inspiração poética. Quando Huston faz uma homenagem explícita a Beckett e se coloca na mesma experiência de escrever em uma língua estrangeira e traduzir seus próprios textos, ela dá um testemunho e também fornece uma chave para a leitura de Beckett de uma perspectiva contemporânea. Apesar das notáveis diferenças entre esses dois autores, afirmamos que a autotradução é parte de seu projeto literário, e é mais do que um evento aleatório para ambos.
Assunto
Bilinguismo, Tradução e interpretação, Beckett, Samuel, 1906-1989 - Crítica e interpretação, Huston, Nancy, 1953- - Crítica e interpretação
Palavras-chave
Samuel Beckett, Nancy Huston, Self-Translation, Bilingualism, Identity
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https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/2175-8026.2017v70n1p103