Avaliação da formação da austenita no revenimento do aço inoxidável supermartensítico e seu efeito nas propriedades mecânicas e resistência à corrosão localizada

dc.creatorDayanna Moreira Duarte
dc.date.accessioned2019-08-09T22:47:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:46Z
dc.date.available2019-08-09T22:47:06Z
dc.date.issued2017-12-01
dc.description.abstractEncouraged by the oil and gas industry, supermartensitic stainless steels were developed as an evolution of martensitic stainless steel. They are characterized as an intermediate alternative between martensitic and duplex stainless steels in terms of corrosion resistance and manufacturing cost. In this work, the influence of the austenite formation during tempering in the mechanical properties and resistance to localized corrosion was evaluated by performing heat treatment in different tempering conditions, varying its temperature, its soaking time at 650°C and the number of tempering cycles (single and double tempering). Microstructural analyses were performed by scanning electron microscopy (SEM) and X ray diffraction (XRD). The mechanical properties were evaluated by microhardness and tensile tests. The tensile fracture surfaces were also evaluated. The localized corrosion resistance was investigated by cyclic potentiodynamic anodic polarization. The results showed that the increase of the tempering temperature in the range of 615 to 700°C causes the rise and reduction of retained austenite fraction according to tempering temperature, even the austenite formation is always increasing. In the other hand, increasing the soaking time from 15 min to 24 h at 650°C also enlarges the austenite formation, but lower difference in terms of retained austenite fraction was observed, mainly between 2 h and 24 h. Furthermore, with the double tempering, the retained austenite fraction has a significant growth. No influence of austenite formation during tempering on localized corrosion was observed, considering the technique and conditions used in this work
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AYDLJU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia metalúrgica
dc.subjectMetalurgia física
dc.subjectAustenita
dc.subjectAço inoxidavel
dc.subject.otherEngenharia metalúrgica
dc.subject.othermateriais e de minas
dc.titleAvaliação da formação da austenita no revenimento do aço inoxidável supermartensítico e seu efeito nas propriedades mecânicas e resistência à corrosão localizada
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Dagoberto Brandao Santos
local.contributor.referee1Rodrigo Lambert Oréfice
local.contributor.referee1Ricardo Nolasco de Carvalho
local.contributor.referee1Marília Mendonça de Lima
local.description.resumoIncentivado pela indústria de óleo e gás, os aços inoxidáveis supermartensíticos foram desenvolvidos a partir de uma evolução dos aços inoxidáveis martensíticos. Eles se caracterizam como uma alternativa intermediária entre os aços inoxidáveis martensíticos e os aços inoxidáveis duplex em termos de resistência à corrosão e ao custo de fabricação. Neste trabalho, foi avaliada a influência da formação da austenita durante o revenimento nas propriedades mecânicas e resistência à corrosão localizada através da realização de tratamento térmico em diferentes condições de revenimento, variando a temperatura, o tempo de encharque e o número de ciclos (revenimento simples e duplo). Foi feita a caracterização microestrutural via microscopia eletrônica de varredura (MEV) e difração de raios X (DRX). As propriedades mecânicas foram caracterizadas via microdureza e ensaios de tração e as superfícies de fratura de tração foram analisadas no MEV. A resistência à corrosão localizada foi caracterizada via polarização anódica potenciodinâmica cíclica. Os resultados mostraram que, o aumento da temperatura de revenimento na faixa entre 615 e 700°C faz com que ocorra cada vez mais formação de austenita durante o revenimento, porém a fração de austenita retida aumenta, passando por uma fração máxima e depois diminui. Com o aumento do tempo de encharque de 15 min para 24 h a 650°C, também ocorre o aumento da formação de austenita, porém observa-se pouca diferença na fração de austenita retida, principalmente, entre 2 h e 24 h de encharque. Com a aplicação do segundo revenimento, a quantidade de austenita retida cresce significativamente. Não foi constatada influência da formação da austenita durante o revenimento na corrosão por pites, considerando a técnica e os parâmetros utilizados neste trabalho
local.publisher.initialsUFMG

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