Um estudo sobre o xenodiagnóstico, a hemocultura e a reação em cadeia da polimerase na detecção do Trypanosoma cruzi Chagas, 1909 em indivíduos na fase crônica da infecção chagásica

dc.creatorAngela Cristina Verissimo Junqueira
dc.date.accessioned2021-01-06T01:24:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:50Z
dc.date.available2021-01-06T01:24:12Z
dc.date.issued1996-12-13
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34637
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectDoença de Chagas
dc.subjectTrypanosoma cruzi
dc.subjectXenodiagnóstico
dc.subjectHemocultura
dc.subjectReação em cadeia da polimerase
dc.subject.otherParasitologia
dc.titleUm estudo sobre o xenodiagnóstico, a hemocultura e a reação em cadeia da polimerase na detecção do Trypanosoma cruzi Chagas, 1909 em indivíduos na fase crônica da infecção chagásica
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Patrick Wincker
local.contributor.advisor1Egler Chiari
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2044185039545611
local.contributor.referee1Zigman Brener
local.contributor.referee1Andréa Mara Macedo
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6489003298721690
local.description.resumoA sensibilidade da hemocultura, do xenodiagnóstico e da reação em cadeia da polimerase (PCR) por amplificação do kDNA do Trypanosoma cruzi foi comparada em 101 pacientes com sorologia positiva para infecção chagásica crônica em uma área endêmica no Nordeste do Brasil. Empregando-se os 3 métodos, conseguimos detectar a presença do T. cruzi em 65 pacientes (64,3%), sendo a PCR positiva em 60 (59,4%), a hemocultura em 26 (25,7%) e o xenodiagnóstico em 36 (35,6%). Destes 65 casos, a PCR não comprovou positividade em apenas 5 dos pacientes, que apresentaram xenodiagnóstico e/ou hemocultura positivos, quatro destes foram estudados em detalhes. As discrepâncias não foram devidas à inibição da reação da PCR, uma vez que nessas amostras conseguiu-se amplificar a seqüência humana da ß-globina e também não foram devidas à variação da seqüência do kDNA, porque as cepas de T. cruzi isoladas por xenodiagnóstico daqueles pacientes foram amplificadas pela PCR. Conclui-se que nenhum parasita estava presente nos 5 ml de sangue colhidos para a PCR naqueles casos, enquanto pelo menos um parasita estava presente nos 3 ml de sangue (em média) ingeridos pelos insetos no xenodiagnóstico. Isto sugere que a quantidade de sangue colhida para a PCR é importante em pacientes com baixa parasitemia. Finalmente, em nossa experiência, a PCR foi mais sensível que o xenodiagnóstico e este mais sensível que a hemocultura no diagnóstico da infecção chagásica crônica. Verificamos a necessidade de experimentos com a finalidade de determinar o volume ideal de sangue a ser coletado pela PCR.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Parasitologia

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