Células tronco mesenquimais indiferenciadas no tratamento do trauma medular espinal de ratos Lewis

dc.creatorFatima Maria Caetano Caldeira
dc.date.accessioned2019-08-10T14:33:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:56:54Z
dc.date.available2019-08-10T14:33:21Z
dc.date.issued2011-03-25
dc.description.abstractThe present study aimed at evaluating the effect of mesenchymal stem cells (MSC), from bone marrow, in rats with spinal cord injury (SCI). Thus, 61 adult male Lewis rats were distributed in 3 groups: sham (CN), placebo (PLA) and MSC (GCT). All animals underwent laminectomy of T12, whereas the animals in PLA and GGT underwent SCI performed with a 70g rod. After 14 days, the surgical site was exposed and for PLA and GCT, 2 L PBS and 1.5 x 105 MSC diluted in 2 L of PBS were administered at the injury epicenter, respectively. The experimental design was completely randomized. Neurological evaluation consisted of the BBB test and a descriptive scale adapted method, performed for 45 consecutive days. In the second, third and fifth weeks after inoculation, rats were euthanized, having their spinal cord collected for expression evaluation of BDNF, NT-3, Bcl-xL, Bax, and caspase-9 by RT-PCR. In the fifth week, the spinal cord was also assessed by immunohistochemical methods, using anti-NeuN, anti-eGFP, anti-GFAP, and anti-synaptophysin antibodies, as well as by the TUNEL technique. Neurological deficits were observed in the animals with injury, with difference between the medians of groups PLA and GCT (p <0.05). There was no difference on neurons identified by NeuN antibody (p> 0.05). The higher synaptophysin immunostaining intensity and the lower formation of apoptotic bodies for GCT was similar to CN (p> 0.05). PLA group showed a higher expression of Bax and caspase-9 (p <0.05). Thus, we conclude that the MSC preserved synaptophysin and propitiously affected apoptosis.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-9HMNCJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectCiência Animal
dc.subjectRato como animal de laboratório
dc.subjectCélulas tronco
dc.subjectTraumatismos da medula espinhal
dc.subject.otherCélulas tronco mesenquimais
dc.subject.othertrauma medular
dc.subject.othersinaptofisina
dc.subject.otherapoptose
dc.subject.otherratos
dc.titleCélulas tronco mesenquimais indiferenciadas no tratamento do trauma medular espinal de ratos Lewis
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Rogeria Serakides
local.contributor.advisor-co1Andre Ricardo Massensini
local.contributor.advisor1Eliane Goncalves de Melo
local.contributor.referee1Natalia de Melo Ocarino
local.contributor.referee1Milene Alvarenga Rachid
local.contributor.referee1Mônica Vicky Bahr Arias
local.contributor.referee1Alexandre Leite Rodrigues Oliveira
local.description.resumoObjetivou-se avaliar o efeito das células tronco mesenquimais (CTM) da medula óssea em ratos com trauma medular (TME). Para tanto, foram utilizados 61 ratos distribuídos nos grupos: controle negativo (CN) e inoculados com PBS (PLA) ou com CTM (GCT). Todos os animais foram submetidos à laminectomia de T12, sendo que nos grupos PLA e GCT realizou-se ainda TME com peso de 70g. Após 14 dias, expôs-se este sítio cirúrgico, sendo que em PLA e GCT foram inoculados 2L de PBS e 1,5 x 105 CTM em 2L de PBS, respectivamente. O delineamento experimental foi o inteiramente casualisado. Realizou-se, durante 45 dias, exame neurológico baseado no teste BBB e no método adaptado da escala descritiva. Na 2a, 3a e 5a semana pós-inoculação (SPI), os ratos foram submetidos à eutanásia para colheita da medula espinal (ME) e avaliação por RT-PCR em tempo real da expressão de BDNF, NT-3, Bcl-xL, Bax e caspase-9. Na 5a SPI, a ME foi avaliada por métodos imunoistoquímicos com os anticorpos anti-NeuN, anti-eGFP, anti-GFAP e anti-sinaptofisina, bem como pela técnica de TUNEL. Como resultados, verificaram-se déficits neurológicos nos animais com trauma, havendo diferença entre as medianas dos grupos PLA e GCT (p<0,05). Em relação aos neurônios identificados pelo anticorpo NeuN, não houve diferença entre os grupos com trauma (p>0,05). Foi maior a intensidade da sinaptofisina e menor a formação de corpos apoptóticos no GCT, sendo esta variável semelhante ao CN (p>0,05). No grupo PLA ocorreu maior expressão de Bax e de caspase-9 (p<0,05). Concluiu-se que as CTM promoveram a preservação da sinaptofisina e interferiram na apoptose
local.publisher.initialsUFMG

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