Léxico toponímico de Diamantina: língua, cultura e memória

dc.creatorTatiana Martins Mendes
dc.date.accessioned2019-08-10T20:49:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:14:55Z
dc.date.available2019-08-10T20:49:53Z
dc.date.issued2010-06-30
dc.description.abstractThis research aims to study toponyms from the City of Diamantina and its districts, situated in the valley of the Jequitinhonha river, a region of the State of Minas Gerais, Brazil. This region is historically important due to its strategic location during the period mineral explorationduring the 18th and 19th centuries. Toponimic studies show traces of the local social and cultural history, including constitution of space and settlement as well as vegetation, hidrography, geomorphology, fauna, etc., and they also contribute to the preservation of thememory of the people, since the names of places, when related to language, culture and society, seem to be legitimate registers of past events. The theoretical and methodological isbased on concepts defended by Dauzat (1926) and Dick (1990a, 1990b, 2004) and on the theories on environment elaborated by Sapir (1969). From a sociolinguistic perspective, according to the Labovian model, the research should start at the present moment, expandingtowards the past. Firstly, data on vernacular language was collected in oral interviews; then old maps were referred to for data on written language. The data on past and present elementswere then compared, aiming to examine cases of variations, changes, or linguistic retentions.Results show the predominance of names of places based on the names of plants, names of people and names of geographical elements. The research also shows a small number of cases f variation and of linguistic changes, indicating that the local toponimic is quite conservative.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/LETR-8TEFD7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMudanças lingüísticas
dc.subjectLingüística
dc.subjectLíngua portuguesa Regionalismos Diamantina (MG)
dc.subjectSociolinguística
dc.subjectToponímia
dc.subjectLinguagem e cultura Diamantina (MG)
dc.subjectLíngua portuguesa Lexicologia
dc.subject.othersociedade
dc.subject.othertoponímia
dc.subject.otherCultura
dc.subject.otherlíngua
dc.subject.othermemória
dc.titleLéxico toponímico de Diamantina: língua, cultura e memória
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Candida Trindade Costa de Seabra
local.contributor.referee1Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick
local.contributor.referee1Carolina do Socorro Antunes Santos
local.description.resumoEsta pesquisa objetiva o estudo dos topônimos do município de Diamantina e de seus distritos, situados no Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, região que mantém importância histórica por sua localização estratégica durante o período de exploração mineralnos séculos XVIII e XIX. Os estudos toponímicos evidenciam traços da história sociocultural constituição do espaço, processos de povoamento e cultura local divulgam características do ambiente físico vegetação, hidrografia, geomorfologia, fauna, etc. e colaboram para a memória do povo, pois os nomes de lugares, quando relacionados à língua, cultura e sociedade, costumam ser genuínos registros de fatos pretéritos. O referencial teóricometodológico está estruturado nos conceitos defendidos por Dauzat (1926) e Dick (1990a, 1990b e 2004) e nas teorias sobre ambiente, elaboradas por Sapir (1969). Sob a luz da sociolinguística, segundo o modelo laboviano, parte-se do presente e volta-se ao passado. Primeiramente, observaram-se dados de língua falada coletados em entrevistas orais, em seguida, consultaram-se mapas antigos para coletar dados da língua escrita e, finalmente, foram comparados presente e passado, objetivando observar casos de variação, mudança ou retenção linguísticas. Os resultados obtidos por meio da pesquisa mostram a predominância dos nomes de lugares motivados por nomes de plantas, nomes geográficos e nomes de pessoas. A pesquisa também revela um índice pouco significativo de casos de variação e mudança linguísticas, mostrando que a toponímia na região é bastante conservadora.
local.publisher.initialsUFMG

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