Cultura Hip - Hop: discursos, imagens e apropriações

dc.creatorAdriana Luiza Barboza Borges
dc.date.accessioned2019-08-14T14:13:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:30:11Z
dc.date.available2019-08-14T14:13:40Z
dc.date.issued2008-12-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A82PW6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCultura popular
dc.subjectHip-hop (Cultura popular jovem)
dc.subjectHistória
dc.subject.otherHISTÓRIA DA CULTURA E DA ARTE
dc.titleCultura Hip - Hop: discursos, imagens e apropriações
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ana Luiza Gontijo Neves
local.description.resumoPara começar podemos dizer que o movimento Hip - Hop é uma cultura popular, uma forma de arte e de atitude. Um estilo de vida que influencia o mundo inteiro. Uma construção coletiva de valorização de identidades, de conquista de espaço público social e político. O movimento expressa tudo isso através da arte: congrega música, discursos, poesia, dança e grafite. É uma manifestação cultural e artística híbrida, contemporânea, espelho dos nossos tempos. Segundo Stuart Hall, no seu a Identidade Cultural na Pós-modernidade (2001), há duas formas de se encarar o hibridismo: por um lado, alguns argumentam, o hibridismo pode ser uma poderosa fonte criativa, que produz novas formas de cultura, mas, por outro lado, argumenta-se que o hibridismo, com a indeterminação, a dupla consciência e relativismo que lhe são peculiares pode ter seus custo e perigos, como favorecer o florescimento do fundamentalismo. No movimento Hip - Hop a criatividade aparece como o elemento chave: aquele que unifica manifestações e forja uma forma de cultura e de arte.
local.publisher.initialsUFMG

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