Ômega-conotoxina MVIIC no trauma experimental da medula espinhal em ratos
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Artigo de periódico
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Omega-conotoxina MVIIC en trauma experimental de médula espinal en ratas
Omega-conotoxin MVIIC on experimental spinal cord trauma in rats
Omega-conotoxin MVIIC on experimental spinal cord trauma in rats
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Resumo
Introdução: As lesões medulares causam danos no tecido nervoso por mecanismos primário e secundário. A lesão primaria e de tipo irreversível, já no mecanismo secundário um influxo exacerbado de cálcio é produzido, sendo o passo mais crítico depois da lesão da medula espinhal, principalmente devido à ativação de canais para cálcio voltagem-dependentes. Esse evento é considerado crítico na fisiopatogênia da lesão medular, reduzir o influxo de cálcio deveria resultar numa melhora da lesão medular, já que tem sido demostrado que os bloqueadores de canais de cálcio têm um alto potencial para reduzir as lesões. Objetivos: avaliar o efeito neuroprotetor da Ômega-conotoxina MVIIC obtida do veneno de Conus magus é capaz de bloquear ditos canais e, assim, reduzir o influxo de cálcio. O presente estudo avaliou o efeito da aplicação intratecal da toxina nas doses 15 e 30 pmol e nos tempos 5 minutos e uma hora após o trauma medular experimental em ratos. Métodos: Foram utilizados 36 ratos machos adultos, variedade Wistar, aleatoriamente divididos em seis grupos. Os animais do grupo controle negativo foram submetidos à laminectómica dorsal. Nos demais grupos, além da laminectómica, os animais foram submetidos ao trauma medular agudo contusivo pelo aparelho MASCIS impactor. Realizou-se aplicação intratecal de placebo nos animais dos grupos controle positivo. Nos grupos G3 e G5 foram aplicadas doses de 15 e 30 pmol, respectivamente, da toxina, nos animais tratados 5 minutos após o trauma. Nos grupos G4 e G6 foram aplicadas as doses de 15 e 30, respectivamente, uma hora após o trauma. Coletaram-se segmentos de medula espinhal, para quantificação de espécies reativas de oxigênio e peroxidação lipídica e para a avaliação da expressão gênica de fatores relacionados à apoptose por meio de técnica de qRT-PCR. Resultados: Não foram encontradas diferenças diferenciadas para os tratamentos avaliados com relação à produção de radicais livres e às reações da peroxidação lipídica. Sem embargo, o uso de 15 pmol de ômega-conotoxina MVIIC é uma hora após o trauma, que é mais grave que as outras doses avaliadas. Conclusões: A ômega-conotoxina MVIIC pode ser útil para o tratamento do trauma da medula espinal em ratas. Sem embargo, consulte mais estudos para determinar a dose recomendada para este sustento.
Abstract
Introduccion: Las lesiones de la médula espinal causan daño al tejido nervioso por mecanismos primarios y secundarios. La lesión de tipo primario es irreversible, que ya se encuentra en el mecanismo secundario y produce una entrada de calcio exacerbada, siendo el paso más crítico después de la lesión de la médula espinal, principalmente debido a la activación de los canales de calcio activados por voltaje. Este evento se considera crítico en la fisiopatología de la lesión de la médula espinal, puesto que la entrada de calcio debería mejorar la lesión, ya que se ha demostrado que los bloqueadores de los canales de calcio tienen un alto potencial para reducir las lesiones. Objetivos: evaluar el efecto neuro protector de omega conotoxina MVIIC obtenida de la venus de Conus magus es capaz de bloquear estos canales y así reducir la entrada de calcio. El presente estudio evaluó el efecto de la aplicación de toxina intratecal a dosis de 15 y 30 pmoles a los 5 minutos y una hora después del trauma experimental de la médula espinal en ratas. Metodologia: Treinta y seis ratas Wistar macho adultas se dividieron al azar en seis grupos. Los animales en el grupo de control negativo se sometieron a una laminectomía dorsal. En los otros grupos, además de la laminectomía, los animales fueron sometidos a un traumatismo contuso agudo de la médula espinal usando el aparato impactor MASCIS. La aplicación intratecal de placebo se realizó en los animales de los grupos de control positivo. En los grupos G3 y G5 de animales tratados 5 minutos después del trauma se aplicaron dosis de 15 y 30 pmoles de la toxina respectivamente. En los grupos G4 y G6 de animales tratados una hora después del trauma se aplicaron dosis de 15 y 30 pmoles respectivamente. Se recogieron segmentos de la médula espinal para cuantificar las especies reactivas de oxígeno y la peroxidación lipídica y para evaluar la expresión génica de factores relacionados con la apoptosis mediante la técnica qRT-PCR. Resultados: No se encontraron diferencias significativas para los tratamientos evaluados con respecto a la producción de radicales libres y las reacciones de la peroxidación lipídica. Sin embargo, el uso de 15 pmol de omega-conotoxina MVIIC una hora después del trauma fue mejor que las otras dosis evaluadas. Conclusiones: Omega-conotoxina MVIIC podría ser útil para el tratamiento del trauma de la médula espinal en ratas. Sin embargo, se necesitan más estudios para determinar la dosis adecuada de esta sustancia.
Assunto
Apoptose, Neurologia, Medula espinhal, Sistema nervoso, Ratos, Ratos como animais de laboratório
Palavras-chave
Traumatismo da medula espinha, Apoptose, Ômega-conotoxina, Neuroproteção, qRT-PCR em tempo real
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