Anormalidades laboratoriais em gestantes infectadas pelo HIV e em uso de antirretrovirais

dc.creatorBeatriz Amelia Monteiro de Andrade
dc.date.accessioned2019-08-09T16:52:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:44Z
dc.date.available2019-08-09T16:52:58Z
dc.date.issued2009-01-31
dc.description.abstractTo focus on decrease HIV mother-to-child transmission,HIV-1-infected women receive antiretroviral therapy (ARV) duringpregnancy. As any medicament, these drugs can taking adverseoutcomes that vary between light to very severe ones. Thelaboratorial exams analysis is an easy way of precocious detention forsome important clinical events, as anemia, hyperglycemia or hepatictoxicity. The aim of this study was evaluate laboratory abnormalitiesin infected pregnant women receiving ARV. This prospectiveobservational study was performed from January 2000 to December2006. Two hundred of HIV infected pregnant women were enrolled,and each gestation was considered one case. None of the patientsshowed morbidity that could influencing laboratory abnormalities. Themean of women age was 28,1 years (18 41 years). Sixty threepercent of the patients had been diagnosed HIV- infected duringprenatal care. The median of gestational age that the ARV began was18,5 weeks (1 35 weeks). The Highly Active Antiretroviral Therapy(HAART) was prescribed for majority women (93,5%). Anaemia wasthe most alternated value during the analysed period, with 22 caseson the first analised period and 15 cases in the other one. Eightpregnant women had elevated hepatic enzymes, and twenty threeshowed hyperglycemia; ten of them had diagnosed of gestationaldiabetes. Thirty seven patients needed medicament change, in which3% was caused by anaemia. The multivariate analyses didnt showsignificant association between laboratory abnormalities andsymptom of AIDS, class or arrangement of ARV. On this study,population was showed low rate of ARV adverse outcomes during thepregnancy, emphasizing the importance of periodic laboratoryrevision, which will indicate a possible need of medication change.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7RZPWD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnti-retrovirais
dc.subjectGinecologia
dc.subjectInfecções por HIV
dc.subjectObstetrícia
dc.subjectAnormalidades induzidas por medicamentos
dc.subjectGravidez de alto risco
dc.subject.otherAntirretrovirais
dc.subject.otherInfecções pelo HIV
dc.subject.otherAnormalidades induzidas por medicamentos
dc.subject.otherGravidez de alto risco
dc.titleAnormalidades laboratoriais em gestantes infectadas pelo HIV e em uso de antirretrovirais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Regina Amelia Lopes P de Aguiar
local.contributor.advisor1Victor Hugo de Melo
local.contributor.referee1Henrique Vitor Leite
local.contributor.referee1Jorge Andrade Pinto
local.description.resumoNa busca pela redução da taxa de transmissão vertical dovírus da imunodeficiência adquirida (HIV), a mulher infectada faz usode antirretrovirais durante o período gestacional. Como qualquermedicamento, os antirretrovirais (ARV) podem causar efeitosadversos que variam de leves a muito graves. A análise de exameslaboratoriais permite detecção precoce de algumas situações clínicasimportantes, como a anemia, aumento dos níveis glicêmicos ou ahepatotoxicidade. O objetivo deste estudo foi avaliar asanormalidades laboratoriais em sangue periférico de gestantesinfectadas pelo HIV em uso de antirretrovirais. Trata-se de estudolongitudinal observacional, com avaliação de 200 gestantesinfectadas pelo HIV e acompanhadas nos serviços de pré-natal einfectologia do Hospital das Clínicas da UFMG, no período de 2000 a2006, tendo cada gravidez sido considerada um caso. Nenhumapaciente apresentava comorbidades que pudessem influenciar nosresultados dos exames. A média de idade das pacientes foi de 28,1anos (18 41 anos) e 63% delas tiveram diagnóstico da infecção natriagem realizada no pré-natal. A mediana da idade gestacional noinício da medicação foi de 18,5 semanas (1 35 semanas). Oesquema antirretroviral era profilático na maioria das pacientes(65,5%), tendo a HAART sido prescrita para 93,5% delas. Ahemoglobina foi a variável que mais mostrou alterações nos valores,tanto nos três primeiros meses de uso da medicação na gravidez (22casos) quanto no período seguinte (15 casos). Oito gestantes tiveramelevação das enzimas hepáticas e 23 mostraram aumento dos níveisglicêmicos, com diagnóstico de diabetes gestacional em 10 delas.Trinta e sete mulheres necessitaram de troca de medicação e em 3%das que mudaram a causa foi anemia. Após análise multivariada, nãohouve associação estatisticamente significativa entre asanormalidades laboratoriais encontradas e a presença de sinais dasíndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), classe ou tempo deuso do antirretroviral utilizado. Na população estudada foi mostradabaixa taxa de efeitos adversos dos antirretrovirais durante agestação, ressaltando-se a importância da avaliação periódica dosparâmetros laboratoriais, monitorando-se troca de medicação,quando necessária
local.publisher.initialsUFMG

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