As trombofilias na perda gestacional de repetição: uma revisão de prevalência e condutas

dc.creatorElaine Cristina Fontes de Oliveira
dc.creatorCaio Ribeiro Vieira Leal
dc.date.accessioned2024-10-02T21:22:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:08:06Z
dc.date.available2024-10-02T21:22:36Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To discuss the role of thrombophilias in recurrent pregnancy loss, focusing on th e prevalence/association of these pathologies with recurrent abortion and treatment, through results of clinical trials, systematic reviews and meta-analyses. Methods: This is a non-systematic review of articles published in electronic databases PubMed, Cochrane, SciELO in the last five years, using the following descriptors: “recurrent pregnancy loss”, “recurrent abortion”, “habitual abortion”, “thrombophilia”, “antiphospholipid syndrome”, and “treatment”. Results: Most studies have reported a strong association between specific antiphospholipid antibodies and antiphospholipid antibody syndrome with recurrent pregnancy loss. Women carrying the factor V Leiden mutation, prothrombin gene mutation, and protein S deficiency were shown to be at high risk of recurrent pregnancy loss in a large systematic review. Recent studies have shown prevalence rates of hereditary thrombophilias and antiphospholipid antibody syndrome, in women with recurrent pregnancy loss, similar to those of the general population. Current studies endorse the use of heparin plus aspirin in women with antiphospholipid antibody syndrome, with an increase in live birth rate, but with no difference in obstetric complications. Conclusion: Although new studies demonstrate that the prevalence of hereditary and acquired thrombophilias in women with recurrent pregnancy loss is similar to that of the general population, routine investigation of antiphospholipid antibody syndrome in these patients is recommended. The use of low-dose aspirin plus heparin is the first-line pharmacological intervention for the prevention of recurrent pregnancy loss in patients with antiphospholipid antibody syndrome
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn01007254
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77139
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFemina
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGravidez
dc.subjectAborto Espontâneo
dc.subjectTrombofilia
dc.subject.otherGravidez
dc.subject.otherAborto espontâneo
dc.subject.otherTrombofilia
dc.titleAs trombofilias na perda gestacional de repetição: uma revisão de prevalência e condutas
dc.title.alternativeThrombophilias in recurrent pregnancy loss: a review of prevalence and conduct
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage549
local.citation.issue9
local.citation.spage543
local.citation.volume51
local.description.resumoObjetivo: Discutir o papel das trombofilias na perda gestacional de repetição, com foco em prevalência/associação dessas patologias com perdas de repetição e seu tratamento, por meio de resultados de ensaios clínicos, revisões sistemáticas e metanálises. Métodos: Trata-se de uma revisão não sistemática de artigos publicados nas bases eletrônicas PubMed, Cochrane e SciELO nos últimos cinco anos, utilizando os seguintes descritores: “recurrent pregnancy loss”, “recurrent abortion”, “habitual abortion”, “thrombophilia”, “antiphospholipid syndrome” e “treatment”. Resultados: A maioria dos estudos relatou forte associação entre os anticorpos antifosfolípides específicos e a síndrome do anticorpo antifosfolípide com perda gestacional de repetição. Mulheres portadoras da mutação do fator V de Leiden, mutação do gene da protrombina e deficiência de proteína S apresentaram alto risco de perda gestacional de repetição em uma grande revisão sistemática. Estudos recentes demonstraram taxas de prevalência das trombofilias hereditárias e da síndrome do anticorpo antifosfolípide, em mulheres com perda gestacional de repetição, semelhantes às da população em geral. Os estudos atuais endossam o uso da heparina associada à aspirina em mulheres com síndrome do anticorpo antifosfolípide, com aumento da taxa de nascidos vivos, mas sem diferença em relação às complicações obstétricas. Conclusão: Apesar de novos estudos demonstrarem que a prevalência das trombofilias hereditárias e adquiridas em mulheres com perda gestacional de repetição é semelhante à da população em geral, recomenda-se a pesquisa rotineira de síndrome do anticorpo antifosfolípide nessas pacientes. O uso de aspirina em baixas doses associada à heparina é a intervenção farmacológica de primeira linha para a prevenção de perda gestacional de repetição em pacientes com síndrome do anticorpo antifosfolípide
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA OBSTETRÍCIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.febrasgo.org.br/pt/femina/item/1756-revista-femina-2023-vol-51-n-9

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