Prevalência de aglutininas anti-leptospiras em soros sanguíneos de bovinos dos estados do Pará e Amazonas - Brasil
| dc.creator | Tânia Mara Sardinha Moreira | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T10:01:14Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:45:11Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T10:01:14Z | |
| dc.date.issued | 1983-02-17 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8RAK2J | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Veterinária | |
| dc.subject | Leptospira Identificação | |
| dc.subject | Bovino Doenças | |
| dc.subject | Amazonas | |
| dc.subject | Aglutininas | |
| dc.subject | Bovino Reprodução | |
| dc.subject | Bovino Para (PA) | |
| dc.subject.other | Medicina Veterinária | |
| dc.title | Prevalência de aglutininas anti-leptospiras em soros sanguíneos de bovinos dos estados do Pará e Amazonas - Brasil | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Elvio Carlos Moreira | |
| local.contributor.referee1 | Francisco Cecilio Viana | |
| local.contributor.referee1 | Jose Ailton da Silva | |
| local.description.resumo | Com o objetivo de se conhecer a prevalência de aglutininas anti-leptospiras, através da técnica de microaglutinação rápida, em bovinos dos Estados do Pará e Amazonas, foram colhidos de forma probabilística, 1.487 soros sanguíneos em 250 propriedades do Pará e 880 em 154 propriedades do Amazonas. No Estado do Pará, 38,8% dos bovinos foram reagentes para um ou mais sorotipos, sendo mais prevalente L. hardjo (21,7%); seguido de L. wolffi (15,5%); L. pomona (6,7%); L. bataviae (6,1%); L. grippotyphosa (5,6%); L. tarassovi (3,4%); L. sejroe (3,4%); L. ballum (2,4%);L. australis (2,1%); L. pyrogenes (1,7%);L. butembo (1,5%); L. autumnalis (0,9%); L. brasiliensis (0,3%); L. Canicola (0,1%). No Estado do Amazonas, a prevalência de bovinos reagentes a pelo menos um Sorotipo foi de 46,3% e o sorotipo mais comum foi também L. hardjo (30,2%), seguido de L. wolffi (22,5%); L. bataviae (6,0%); L. grippotyphosa (4,4%); L. tarassovi (3,5%); L.australis (2,6%); L. pomona (2,5%); L. pyrogenes (1,7%); L. butembo (1,7%); L. autumnalis (1,1%); L. ballum (1,1%); L. sejroe (0,8%). Não foram registradas aglutinações positivas (título _> 1:100) para L. icterohaemorrhagiae em nenhum dos estratos estudados. Todos os municípios dos dois Estados apresentaram animais reagentes e a prevalência de aglutininas antileptospiras foi superior nas áreas de várzeas sujeitas a inundações | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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