Caracterização das formas de produção da pecuária bovina leiteira de Santos Dumont - MG, 1985

dc.creatorRaimunda Isabel Teixeira
dc.date.accessioned2019-08-11T09:06:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:35:34Z
dc.date.available2019-08-11T09:06:43Z
dc.date.issued1989-03-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PJJP8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectBovino de leite Criação Aspectos economicos Santos Dumont (MG)
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleCaracterização das formas de produção da pecuária bovina leiteira de Santos Dumont - MG, 1985
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Francisco Cecilio Viana
local.contributor.referee1Flavio Fernandes Ribeiro da Cruz
local.contributor.referee1Jose Lucio dos Santos
local.description.resumoCom o objetivo de caracterizar as formas de produção da pecuária bovina leiteira do município de Santos Dumont, MG, no ano de 1985, aplicou-se 78 questionários aos produtores de leite que se dirigiram ao Instituto Estadual de Saúde Animal - IESA/SD, para apanharem a guia de compra da vacina contra a febre aftosa, obrigatória por lei na comercialização de bovinos. Com o uso de indicadores de produtividade do traba1ho, da terra e do capital, composição do rebanho, densidade bovina, relação área agrícola/pecuária, propriedade da terra, relações do trabalho, inversão tecnológica e comercialização de animais, leite e queijo, foram caracterizadas as formas de produção, estratificação segundo a produção diária de leite. O Estrato I, com 68% dos produtores com ate 50 1itros de leite por dia, apresentou uma baixa produtividade de leite por ha, por vaca e por mão-de-obra. Predominou a pequenapropriedade com uso de mão-de-obra fami1iar.O arrendamento como forma de acesso E terra se fez presente e também o assalariamento fora da propriedade para complementação da renda familiar. Foram muito baixos os índices de inversão em tecnologia e a assistência técnica prestada pelo Estado. Dedicam 18% da área à agricultura de subsistência. A comercialização de animais era feita na região, através de intermediários. A maior parte dos produtores vendia o leite para a indústria ou cooperativa, existindo em pequena escala, a venda direta ao consumidor e para intermediário, enquanto o queijo era vendido direto ao consumidor. Este estrato foi caracterizado como forma de produção de subsistência, com a venda de pequenos excedentes. O Estrato II, com 28% dos produtores, produzindo entre 50 e 100 litros de leite por dia, apresentou uma baixa produtividade de leite por ha, por vaca, porém, um melhor rendimento por mão-de-obra, quando comparado com o estudo anterior. As propriedades são de tamanho médio (135 ha) e além do trabalhado familiar, tomou importância o trabalho assalariado permanente e temporário. Em pequena proporção, se assalariam fora da propriedade como forma de complementação da renda familiar, e também o arrendamento como forma de acesso á terra se fez presente. O uso da tecnologia, de um modo geral foi baixo, com poucos produtores recebendo assistência técnica, tanto do Estado quanto particular. A composição do rebanho apresentou-se de forma desorganizada para a produção de leite, com retenção de animais para comercialização. Comercializou-se os animais na região, através de intermediários. A venda de leite se deu principalmente para a industria ou cooperativa e, em pequena escala, direto ao consumidor. Quando presente, a venda de queijos se fez através de intermediários ou para a indústria. Estes produtores foram caracterizados como forma de produção mercantil simples tendendo para a forma capitalista de produção. O Estrato III, com 4% dos produtores, produzindo mais de 100 litros de leite por dia, apresentou uma produtividade de leite maior que a dos estratos anteriores, tanto por ha, como por vaca e por mão-de-obra. As propriedades eram maiores(305ha) com uso de mão-de-obra assalariada permanente e temporária, embora a mão-de-obra familiar ainda se fez presente. Predominou a assistência técnica particular e houve uma certa correspondência entre uso de tecnologia e produtividade, Houve maior número de animais para comercialização, que se deu dentro e fora da região, com menor dependência da figura do intermediário. A venda de leite se fez para a indústria, e para intermediário e também houve venda de queijos para a indústria. Este estrato foi caracterizado como forma de produção capitalista, voltada para a comercialização de animais, leite e queijos, não se caracterizando como típicos produtores de leite.
local.publisher.initialsUFMG

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