Mapeamento da estrutura financeira das empresas no segmento de metalurgia e siderurgia: aplicação do modelo de fleuriet no contexto brasileiro

dc.creatorThais Martins de Jesus
dc.creatorJosé Roberto de Souza Francisco
dc.date.accessioned2023-10-26T13:23:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:19Z
dc.date.available2023-10-26T13:23:47Z
dc.date.issued2016-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60077
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso ANPCONT
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectContabilidade
dc.subjectSiderurgia
dc.subjectMetalurgia
dc.subject.otherModelo Fleuriet
dc.subject.otherEstrutura Financeira
dc.subject.otherMetalurgia
dc.subject.otherSiderurgia
dc.titleMapeamento da estrutura financeira das empresas no segmento de metalurgia e siderurgia: aplicação do modelo de fleuriet no contexto brasileiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue10
local.description.resumoA crise financeira de 2008 que assolou a economia mundial afetou vários setores no Brasil, pesquisas revelam que o segmento de siderurgia e metalurgia foi impactado pela recessão econômica. O presente estudo busca identificar se empresas brasileiras do ramo de atividades siderúrgicas e metalúrgicas conseguiram atravessar a turbulência criada neste contexto, bem como se ocorreram alterações na sua estrutura financeira organizacional, mediante a aplicação do Modelo de Fleuriet. A amostra é composta por 12 empresas com ações negociadas na BM&FBOVESPA ao longo dos anos de 2010 a 2013, período posterior a crise financeira mundial. Trata-se de uma pesquisa com análise descritiva, com abordagem qualitativa e quantitativa, aplicadas às variáveis dinâmicas: Necessidade de Capital de Giro, Capital de Giro e Saldo de Tesouraria e o tratamento dos resultados a fim de identificar a estrutura financeira de cada entidade segundo a metodologia da análise avançada. No que tange aos resultados encontrados neste estudo destacam-se que: 58,33% da amostra foram classificadas com perfil de empresa sólida, observado no tipo 2. Dos 48 balanços patrimoniais analisados, 15 foram classificadas com estrutura organizacional financeira insatisfatória, caracterizado pelo tipo 3. As tipologias 4 e 5 apresentaram 4,17% da amostra cada uma. Não houve ocorrência de nenhuma empresa classificada como arriscada, obtida pelo tipo 6. Do total das 12 empresas que constituem a amostra, 66,67% apresentaram alteração na estrutura financeira ao longo dos quatro anos de interesse da pesquisa, demonstrando que embora as empresas mantiveram-se relativamente sólidas, observa-se que sofreram alguns pequenos impactos
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://anpcont.org.br/pdf/2016/CUE55.pdf

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