Estado nutricional e inflamação em indivíduos com COVID-19 de três cidades do Brasil.

dc.creatorLarissa Oliveira de Assis
dc.date.accessioned2023-05-12T13:30:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:02:43Z
dc.date.available2023-05-12T13:30:30Z
dc.date.issued2023-01-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53182
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectInflamação
dc.subjectEstado Nutricional
dc.subjectDissertação acadêmica
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherinflamação
dc.subject.otherEstado Nutricional
dc.titleEstado nutricional e inflamação em indivíduos com COVID-19 de três cidades do Brasil.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Gabriela Silveira Nunes Abreu
local.contributor.advisor1Ana Maria Caetano de Faria
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2268635568464108
local.contributor.referee1Jacqueline Isaura Alvarez Leite
local.contributor.referee1Adaliene Versiani Matos Ferreira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4426884939874497
local.description.embargo2025-01-30
local.description.resumoA COVID-19 é uma doença pandêmica provocada pelo vírus SARS-CoV-2. Em algumas pessoas, o processo inflamatório do organismo para combater essa enfermidade é exacerbado, gerando piora no prognóstico e, consequentemente, a morte de milhares de pessoas em todo mundo. Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de uma maior gravidade dessa doença está a obesidade e as comorbidades associadas a ela. Assim, a identificação do perfil inflamatório de acordo com o estado nutricional pode possibilitar a identificação de pessoas com maior risco de internação nos primeiros dias de sintomas e possibilitando uma intervenção mais rápida. Este trabalho teve, como objetivo, a avaliação do impacto do estado nutricional no desfecho da COVID-19 e, identificar se o perfil inflamatório nos primeiros dias de sintomas, avaliado pela medida de citocinas e quimiocinas no plasma e de proteínas de fase aguda no soro desses indivíduos e verificar se esse perfil está associado ao prognóstico da COVID-19 em adultos das cidades de Belo Horizonte, Governador Valadares e São Paulo. Neste estudo transversal, foram incluídos 123 voluntários com COVID-19 e 95 com síndrome gripal não provocada pelo SARS-CoV-2. Esses indivíduos foram segregados também pelo seu índice de massa corporal em eutróficos, com sobrepeso e obesos. Os resultados deste trabalho mostram que há correlação entre obesidade e aumento de internação e, que ocorrem alterações no perfil inflamatório dessas pessoas caracterizada por maiores concentrações plasmáticas de IL-2, TNF e IL-6, IL-5 e IL-10 que os grupos com sobrepeso ou eutrofia. Os indivíduos com obesidade ou sobrepeso infectadas com o SARS-CoV-2 apresentaram concentrações mais altas de CXCL10, CCL2 e ferritina em comparação com os eutróficas e níveis mais altos de IL-1ra que os eutróficos com COVID- 19. Na avaliação global pelo gráfico em radar, observamos que aproximadamente metade dos obesos com COVID-19 eram altos produtores para todas citocinas e quimiocinas avaliadas. Nossos dados mostram, assim, que a obesidade se associa à produção exacerbada de citocinas inflamatórias e anti-inflamatórias que foram avaliadas nos primeiros dias de sintomas de COVID-19. Esses resultados confirmam que a obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento das formas graves da COVID-19 e sugerem que esse desfecho pode estar associado à hiper-reatividade imunológica observada na infecção pelo SARS-CoV-2.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Nutrição e Saúde

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