Sarcocystis (Lankester, 1882) em bovinos do estado de Minas Gerais. Ocorrência, métodos de diagnóstico e infecção experimental de bezerros e cães com sarcocystis cruzy (Hasselmann, 1926)

dc.creatorAbraão Garcia Gomes
dc.date.accessioned2019-08-10T20:39:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:02Z
dc.date.available2019-08-10T20:39:27Z
dc.date.issued1981-08-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PKNAN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSarcocistose em bovino Diagnostico
dc.subjectPatologia experimental
dc.subjectBovino Doença Minas Gerais
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleSarcocystis (Lankester, 1882) em bovinos do estado de Minas Gerais. Ocorrência, métodos de diagnóstico e infecção experimental de bezerros e cães com sarcocystis cruzy (Hasselmann, 1926)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Divino Lima
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.contributor.referee1Jose Oswaldo Costa
local.description.resumoA freqüência de Sarcocystis em 168 bovinos no Estado de Minas Gerais foi determinada através de exames a fresco, após a escarificação da parede do esôfago, da técnica histológica clássica e da técnica de digestão pela pepsina. Estas técnicas revelaram uma positividade de 58,4%, 79,4% e 95,8%, respectivamente. O esôfago foi o órgão mais regularmente infectado. A infecção verificada foi mu1tiespecifica. Entre 124 animais positivos, S. cruzi estava presente em 83 (66,9%), S. hirsuta em 10 (8,0%) e S. hominis em quatro animais (3,6%). Infecções mistas foram também observadas com predominância da combinação S. cruzi/S. hirsuta (21,4%). Sete cães de diferentes idades foram utilizados para a infecção experimental com músculo de bovinos contendo Sarcocystis sp. Um cão recebeu numa única vez músculo de bovino infectado, enquanto os outros animais receberam por cinco dias consecutivos. Os animais e1iminaram esporocistos, nas suas fezes, a partir do 10° dia após a infecção. O período de patência observado foi de 61 dias na infecção única e de 76 e 90 dias na infecção múltipla. Durante este período os cães não eliminaram esporocistos diariamente. O pique de eliminação ocorreu nos dias 24 e 25 após inoculação. As características morfológicas e dimensionais (x = 14,8 x 10,5 um) permitiram identificação dos esporocistos como de S. cruzi. Quatro dos bezerros com um ano de idade, inoculados com 2 x 10 e dois com 5 x 10 esporocistos de S. cruzi, não apresentaram sinais clínicos durante o período experimental. Ao exame histo1ógico, as lesões produzidas foram inconstantes, não específicas, pouco extensas e de evolução subaguda.
local.publisher.initialsUFMG

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