Modelagem dos vetores de mudança na paisagem no bioma Cerrado

dc.creatorThiago Carvalho de Lima
dc.date.accessioned2019-08-10T15:45:59Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:30Z
dc.date.available2019-08-10T15:45:59Z
dc.date.issued2013-04-25
dc.description.abstractThe Cerrado stands out as the second largest Brazils biome and presents a priceless and unique biological complexity, being identified as a global biodiversity hotspot (Myers et al, 2000). Nevertheless, the biome has been disorderly occupied, mainly due to agricultural expansion. Considering that there are environmental, physical and / or social variables correlated with the dynamics of Cerrado occupation, this study aimed to obtain an econometric model to determine the drivers of deforestation and regeneration by municipality of Cerrado biome from 2002 to 2009. Furthermore, simulations were performed annually until 2050 to test the behavior of the spatial model when term projections above those already monitored were used. In the first part of the study, an econometric model was selected to estimate deforestation or regeneration rates. This model was calibrated in GEODA with Agricultural Census data (IBGE 1995, 2006), obtaining an auto-regression spatial model with an error term that was integrated to DINAMICA EGO software in which the amount of changes were calculated by municipality and spatially allocated. In the simulation, totaling 41 iterations (2009 to 2050), the model presented a loss of 14,237,884.5 ha of forest (approximately 6.034% of deforestation in the period or annual deforestation rate of 0.16%) and a regeneration of 18537264.707 ha of forest (annual regeneration rate of 0.79%). The model showed a trend of decreasing in deforestation annual rates of Cerrado, which can be seen in IBAMA / MMA / UNDP reports when comparing the rates of 2007-2008 with 2008-2009, 3% and 0.37, respectively. This trend that regeneration overlaps deforestation may indicate a forest transition occurring in the biome. Continuous monitoring, in regeneration areas, may provide more consistent data allowing a better fit of the model that can be used as a tool for planning conservation actions in the biome.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/IGCM-9PBPKR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectModelagem de dados  Aspectos ambientais 
dc.subjectEcossistemas 
dc.subjectDesmatamento
dc.subject.otherModelagem espacial
dc.subject.otherDinamica EGO
dc.subject.otherTransição florestal
dc.subject.otherDesmatamento
dc.subject.otherRegeneração
dc.subject.otherCerrado
dc.titleModelagem dos vetores de mudança na paisagem no bioma Cerrado
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.advisor1Britaldo Silveira Soares Filho
local.contributor.referee1Andre Braz Golgher
local.contributor.referee1Laerte Guimaraes Ferreira Junior
local.description.resumoO Cerrado destaca-se como o segundo maior bioma brasileiro e apresenta uma complexidade biológica única e de valor inestimável, sendo identificado como um hotspots da biodiversidade mundial. Apesar disso, o bioma vem sendo ocupado de forma desordenada, principalmente devido a expansão agropecuária. O objetivo desse trabalho foi obter um modelo econométrico e espacialmente explicito que possibilite determinar os vetores de desmatamento e regeneração por município do bioma Cerrado, no período de 2002 a 2009. Foram realizadas simulações anuais até 2050 para verificar o comportamento do modelo quando utilizados prazos de projeções superiores àqueles já monitorados. Na primeira parte do trabalho, foi selecionado um modelo econométrico para calcular as taxas de desmatamento ou regeneração. O modelo foi calibrado no GEODA com dados do Censo Agropecuário (IBGE 1995, 2006), obtendo-se um modelo de auto-regressão espacial no termo de erro, e integrado à plataforma DINAMICA EGO, onde as quantidades de mudanças foram calculadas por município e alocadas espacialmente. Na simulação anual (2009 a 2050), o modelo refletiu uma perda de cerca de 14 milhões de hectares (taxa anual de desmatamento de 0,16%) e uma regeneração de cerca de 18 milhões de hectares (taxa de regeneração anual de 0,79%). Isto demonstra que, apesar do cerrado atualmente apresentar uma grande pressão de desmatamento devido à expansão agropecuária, o bioma apresenta uma boa capacidade de regeneração. O monitoramento contínuo, incluindo áreas de regeneração, poderá fornecer dados mais coerentes, permitindo assim um melhor ajuste do modelo para ser utilizado como ferramenta de planejamento das ações de conservação no bioma.
local.publisher.initialsUFMG

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