Nóis pixa, você pinta, vamos ver quem tem mais tinta: direito à cidade e resistência nos espaços urbanos

dc.creatorFelipe Bernardo Furtado Soares
dc.date.accessioned2019-08-12T03:29:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:08Z
dc.date.available2019-08-12T03:29:21Z
dc.date.issued2016-08-31
dc.description.abstractBy comprehending the process of social production of space as an always inconclusive result of the battle between social and political forces associated to the state and the capital and between the popular tactics of appropriation and resistance, I try to understand the role of pixação in this process. From theoretical studies on architecture, sociology, law and legislation, public policies and lawsuits which took place in Belo Horizonte, I propose to read, first, the production of the urban space from above that is, undertaken by agents of the state and the capital. Further, taking the fieldwork I have done and based on the theoretical reference of Michel Maffesoli, transplanted to the Brazilian reality by Gustavo Coelho, I aim to understand the sociality of pixação writers in Belo Horizonte. The main goal is to demonstrate how pixação resists to the vertical space production and consequently creates another city, another space and another law.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ASJH49
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEspaço urbano Aspectos sociais
dc.subjectDireitos humanos
dc.subjectPichação de muros
dc.subjectCriminologia
dc.subjectDireito
dc.subject.otherDireito à cidade
dc.subject.otherCriminologia
dc.subject.otherPixação
dc.subject.otherProdução do espaço urbano
dc.subject.otherCultura de rua
dc.titleNóis pixa, você pinta, vamos ver quem tem mais tinta: direito à cidade e resistência nos espaços urbanos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Miracy Barbosa de Sousa Gustin
local.contributor.referee1Monica Sette Lopes
local.contributor.referee1Ludmilla Zago Andrade
local.description.resumoCompreendendo o processo de produção social do espaço como resultado, sempre inconcluso, do confronto entre as forças sociais e políticas associadas ao Estado e ao capital, e entre táticas populares de apropriação e de resistência, pretende-se entender como a pixação participa desse processo. A partir de estudos teóricos da arquitetura, da sociologia e do direito e estudo de legislações, políticas públicas e processos judiciais ocorridos em Belo Horizonte, propõe-se abordar, primeiramente, a produção do espaço urbano desde cima, ou seja, por agentes estatais e capitalistas. Em seguida, com o trabalho de campo realizado e com base no referencial teórico de Michel Maffesoli adaptado às peculiariedades brasileiras por Gustavo Coelho, pretende-se apresentar um pouco da sociabilidade dos pixadores na cidade. O objetivo final é demonstrar como a pixação resiste à produção de espaço desde cima e acaba por criar outra cidade, outros espaços e outro direito.
local.publisher.initialsUFMG

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