A 6-month comparison of quality of life and mood states between physically active and sedentary college students

dc.creatorFranco Noce
dc.creatorHenrique Oliveira Costa
dc.creatorAndré Gustavo Pereira de Andrade
dc.creatorVarley Teoldo Costa
dc.date.accessioned2024-02-15T16:39:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:29Z
dc.date.available2024-02-15T16:39:41Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractA inatividade física tem sido descrita como um dos principais problemas de saúde pública do século XXI. Neste contexto, a atividade física desempenha um papel importante na redução da prevalência de sedentarismo, melhorando a qualidade de vida e a saúde mental dos indivíduos. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar a influência de seis meses de atividade física (AF) na qualidade de vida (QV) e estados de humor (EH) de adultos jovens. Métodos: Uma amostra de 32 indivíduos completou uma bateria de questionários para avaliar o seu nível de atividade física, qualidade de vida e estados de humor. Eles foram separados em dois grupos: sedentários (n = 15) e fisicamente ativos (n = 17). O International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) foi utilizado para avaliar os níveis de AF, o WHO Quality of Life-BREF (WHOQOL_Bref) para QV e a Escala Brasileira de Humor (BRAMS) para os EH. Foi realizada análise fatorial de variância com medidas repetidas e teste post-hoc de Tukey (p ≤ 0,05) para QV e análise inferencial para os EH. Resultados: Escores de QV foram significantemente maiores para o grupo fisicamente ativo nos domínios ambiental e social. Da mesma forma, EH apresentaram maiores escores na dimensão Vigor para o grupo fisicamente ativo depois de seis meses, sem contudo, atingir os níveis de significância estatística. Conclusões: Estes resultados sugerem que AF pode influenciar positivamente aspectos na qualidade de vida do indivíduo. Contudo, os dados não evidenciam uma influência significativa da AF nos estados de humor.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v49i1p9-16
dc.identifier.issn2176-7262
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63969
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofMedicina (Ribeirão Preto)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectTranstornos do humor
dc.subjectExercício físico
dc.subjectComportamento sedentário
dc.subject.otherQuality of life
dc.subject.otherMood disorders
dc.subject.otherPhysical activity
dc.subject.otherSedentary lifestyle
dc.titleA 6-month comparison of quality of life and mood states between physically active and sedentary college students
dc.title.alternativeUma comparação durante seis meses da qualidade de vida e estados de humor entre universitários fisicamente ativos e sedentários
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage16
local.citation.spage9
local.citation.volume49
local.description.resumoPhysical inactivity has been described as one of the major public health problems of the 21st century. Physical activity plays an important role in reducing the prevalence of sedentarism, improving the quality of life and improving individuals’ mental health. Objective: This study aimed to perform a 6-month comparison of quality of life (QOL) and mood states (MS) between physically active and sedentary college students. Methods: A sample of 32 individuals completed questionnaires to assess their level of physical activity, quality of life and mood states. They were separated into two groups: sedentary (n=15) and physically active (n=17). The International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) was used for assessing PA levels, the WHO Quality of Life-BREF for QOL and the Brazilian Mood Scale for MS. We used factorial analysis of variance with repeated measures and post-hoc Tukey test (p ≤ 0.05) for QOL and MS inferential analysis. Results: QOL was significantly higher for the physically active group in Environment and Social Relationships domains. Similarly, MS showed increased scores in Vigor dimension for the physically active group after six months. Conclusions: These results suggest PA can positively influence aspects of an individuals‘ quality of life. However, our data did not show a significant influence of PA on mood states.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6751-0871
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5786-633X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE ESPORTES
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/118364

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