Cinema experimental no contexto escolar

dc.creatorSilvia Amelia Nogueira de Souza
dc.creatorTiago Pereira da Silva
dc.creatorNathany Helena Freitas da Silva
dc.creatorKaio Henrique Aguiar Alves
dc.date.accessioned2022-06-03T23:04:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:26Z
dc.date.available2022-06-03T23:04:24Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn9788567869339
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42248
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofFeira Brasileira de Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArtes
dc.subjectEducação básica
dc.subjectAnimação (Cinematografia)
dc.subjectCinema e crianças
dc.subject.otherCinema experimental
dc.subject.otherCinema de animação
dc.subject.otherArte-Educação
dc.subject.otherEducomunicação
dc.subject.otherInfância
dc.titleCinema experimental no contexto escolar
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage445
local.citation.issue6
local.citation.spage433
local.description.resumoO contato mais frequente das crianças com o Audiovisual se dá como espectadoras de séries de Animação, longas metragens de Animação e também séries realizadas em Filmagem Direta (live action). Algumas questões importantes surgem desse contato em relação à formação humana dessas crianças. Embora atualmente contamos com diversas produções brasileiras de séries de Animação e Filmagem Direta (live action) em canais abertos e pagos que garantem o acesso à muitas crianças brasileiras, esse mercado ainda é em sua maioria dominado por produções estadunidenses. Considera-se nesse contexto a hipótese de que, enquanto formação de pensamento crítico e cidadania, as crianças crescem com referências culturais e até mesmo ideológicas estranhas à nossa realidade. Enquanto formação estética, crescem com referências limitadas aos padrões de mercado dos produtos estadunidenses, uma vez que, mesmo os produtos comerciais brasileiros seguem esses padrões. Partindo-se desses pressupostos, objetiva-se apresentar o Cinema Experimental como “contraponto” a esse modelo, de modo a usá-lo como instrumento para formação estética e crítica. Para alcançar esse objetivo a escola se apresenta como meio propício. No caso do Centro Pedagógico (CP) da UFMG, temos ainda um público muito mais diverso, seja em nível socioeconômico, cultural, étnico-racial, condições físicas ou mentais. Partindo das ideias de Paulo Freire, a metodologia aplicada para esse fim foi a “Educação Dialógica” através da exibição de curtas metragens com diálogos sobre as propostas estética, poética e temática dos filmes, contextualizando os filmes apresentados com as referências particulares das crianças. Enquanto pesquisa de recepção foi feita uma observação participante e diário de bordo. Seguindo a “Proposta Triangular” de Ana Mae Barbosa e as propostas de “Educação Sonora” de Murray Schafer foi proposto às crianças atividades práticas de produção de Animações, usando técnicas de Animação de grãos, com borra de café e canjiquinha de milho, Animação em película cinematográfica e Cadernos Animados. Buscou-se expandir os referenciais estéticos e estimular o pensamento crítico das crianças apresentando a diversidade disponível no campo da Arte e da Comunicação através do Audiovisual e através do diálogo foram estimuladas a se expressarem de forma sensível e reflexiva.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0001-5712-1143
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0001-6765-0137
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://150.164.250.79/museu/producoes-e-publicacoes/anais-febrat/

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