Interações medicamentosas na farmacoterapia de idosos com câncer atendidos em um ambulatório de onco-hematologia

dc.creatorCaroline de Oliveira Faria
dc.creatorCristiane Moreira Reis
dc.creatorAndrezza Gouvea Dos Santos
dc.creatorAdriano Max Moreira Reis
dc.date.accessioned2022-03-22T20:18:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:54Z
dc.date.available2022-03-22T20:18:53Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2018v64n1.119
dc.identifier.issn21769745
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40326
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de cancerologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFarmacoterapia
dc.subjectCâncer
dc.subjectIdoso
dc.subjectInterações medicamentosas
dc.subject.othercâncer
dc.subject.otheridoso
dc.subject.otherfarmacoterapia
dc.subject.otherinterações medicamentosas
dc.titleInterações medicamentosas na farmacoterapia de idosos com câncer atendidos em um ambulatório de onco-hematologia
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage68
local.citation.issue1
local.citation.spage61
local.citation.volume64
local.description.resumoIntrodução: Mais de 50% dos diagnósticos de câncer ocorrem na população idosa. Esse grupo etário possui outros problemas de saúde concomitantes à neoplasia que aumentam o risco de polifarmácia e interações medicamentosas. Objetivo: Identificar a frequência das interações medicamentosas potenciais e analisar os fatores associados na farmacoterapia de idosos com câncer. Método: Estudo transversal realizado em um ambulatório de onco-hematologia de um hospital de ensino. Foram entrevistados 160 idosos submetidos à terapia antineoplásica parenteral. Registraram-se informações sobre farmacoterapia, diagnóstico da neoplasia, outros problemas de saúde e funcionalidade. A funcionalidade foi determinada usando o Vulnerable Elders Survey. As informações clínicas foram coletadas em prontuário. Identificaram-se interações medicamentosas potenciais empregando o software Drug Interaction Checking. A regressão logística foi utilizada para determinar os fatores associados às interações medicamentosas potenciais. Resultados: Noventa e sete (60,6%) idosos apresentaram pelo menos uma interação medicamentosa e 42 (26,3%), interação envolvendo um medicamento antineoplásico. Ciclofosfamida e fluouracila foram os mais envolvidos em interações. O mecanismo farmacodinâmico foi responsável por 52,5% das interações. Identificou-se que 51% das interações foram classificadas como graves. A regressão logística mostrou que interações medicamentosas estiveram associadas de forma independente com número de medicamentos [OR=1,51; IC95% (1,277-1,78), p<0,0001) e de problemas de saúde [OR=1,39; IC95% (1,030-1,880), p=0,031]. Conclusão: A frequência de interações medicamentosas potenciais em idosos com câncer em terapia antineoplásica parenteral foi elevada, ainda que a proporção de interações graves corresponda à aproximadamente metade do total de interações. O número de problemas de saúde e o de medicamentos apresentaram associação positiva com interações medicamentosas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/119

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