C & T, desenvolvimento e acumulação. A produção de um modelo de ensino e pesquisa: o caso do DCC e do DEM na UFMG

dc.creatorJorge Antonio Pimenta Filho
dc.date.accessioned2019-08-13T17:44:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:37Z
dc.date.available2019-08-13T17:44:45Z
dc.date.issued1989-05-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-87BHNE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEnsino superior
dc.subjectPesquisa educacional
dc.subjectUniversidades e faculdades
dc.subject.otherDepartamento de ensino da UFMG
dc.titleC & T, desenvolvimento e acumulação. A produção de um modelo de ensino e pesquisa: o caso do DCC e do DEM na UFMG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Glaura Vasques de Miranda
local.contributor.referee1Evando Mirra de Paula e Silva
local.contributor.referee1Niuvenius Junqueira Paoli
local.description.resumoTrata o presente trabalho de um estudo de caso em que se discute a experiência de dois Departamentos de Ensino da Universidade Federal de Minas Gerais na trajetória do financiamento de sua atividades de Pós-Graduação e Pesquisa, O Departamento de Ciência da Computação (DCC) e o Departamento de Engenharia Metalúrgica (DEM). A análise centra-se em dados empíricos correspondentes ao período de 1978 a 1987 e em entrevistas realizadas com alguns dos mais expressivos pesquisadores destes departamentos. Verifica-se que a exigência de se atender à expansão da pesquisa e prestação de serviços implicou, por parte destes departamentos , na adoção de um modelo de financiamento baseado na busca de recursos fora do orçamento-programa da Universidade, insuficiente para sustentr tal expansão. O objetivo principal desta investigação é avaliar o processo de produção de conhecimentos gerados a partir da Pesquisa Tecnológica a aplicada e da Prestação de Serviços realizados pelo DCC e pelo DEM, que contam, para sua afetivação com recursos negociados junto às agências estatais de fomento e recursos negociados junto às agências estatais de fomento e recursos oriundos de empresas privadas e estatais, maiores interessadas nos resultados de suas pesquisas. Toma-se como referência histórica a Reforma Universitária de 1968, que significou, com sua implantação, um maior adequação da Universidade ao Projeto de desenvolvimento e atendeu aos requisitos de formar recursos humanos e tecnologia voltdos à acumulação e reprodução do capital. Mostra-se que foi a partir das mudanças provocadas pelo advento da reforma, que se generalizou na universidade e adoção da sistemática dos Convênios, modalidade contratual utilizada para o repasse de recursos externos à instituição. E que coube às Fundações de Apoio, organismos privados criados junto às universidades, paralelos às sua estruturas orgânicas, a administração desses recurso. Tais instrumentos, as Fundações de Apoio e os Convênios, implicam na gestão privada e no estabelecimento de "autonomia", na aplicação de recursos, o que possibilita, a determinados segmentos ou Departamentos, ampliar suas atividades com a venda de pesquisas, serviços e cursos e estabelecer formas de remuneração adicional aos seus profissionais.
local.publisher.initialsUFMG

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