Que sonho vamos nós sonhar que nos sonhe?: O conceito nietzcheano de eterno retorno na poética de Maria Gabriela Llansol

dc.creatorJuliana Cabral Junqueira de Castro
dc.date.accessioned2019-08-14T11:09:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:04:15Z
dc.date.available2019-08-14T11:09:34Z
dc.date.issued2007-12-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-79NG4X
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLlansol, Maria Gabriela 1931- Critica e interpretação
dc.subjectLiteratura Filosofia
dc.subjectNietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900 Eterno retorno Crítica e interpretação
dc.subjectPoética
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherconceito nietzcheano
dc.subject.othercontravenções lingüísticas
dc.subject.otherpoética llansoliana
dc.titleQue sonho vamos nós sonhar que nos sonhe?: O conceito nietzcheano de eterno retorno na poética de Maria Gabriela Llansol
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lucia Castello Branco
local.contributor.referee1Maria Elisa Arreguy Maia
local.contributor.referee1Maria Ines de Almeida
local.description.resumoEsta dissertação pretende mostrar como a autora portuguesa Maria Gabriela Llansol se apropria do conceito nietzcheano do eterno retorno para elaborar sua poética. Com foco, sobretudo, no diário Finita, o trabalho investiga os conceitos de figura,imagem e linhagem na obra llansoliana, além de examinar a maneira pela qual a escrita de Llansol subverte o modo de ser da linguagem através de um movimento que oscila entre os limites das contravenções lingüísticas que emergem da episteme moderna, tal como a define Foucault, e a inventividade das contravenções expressivas, denominada por Llansol de dom poético. Em seguida, analisa, analisa o conceito de eterno retorno do mesmo, do filósofo Friedrich Nietzhche, bem como suas implicações para a elaboração da poética llansoliana, em que aparece transformado em eterno retorno do mútuo. Finalmente, procura mostrar que o pensamento llansoliano aponta caminhos, não só para pensar sua poética, mas também para refletir sobre algumas questões da literatura contemporânea, entre elas: a escrita como não-representação, o real e o existente, a identidade do narrador e os limites entre o texto e não-texto.
local.publisher.initialsUFMG

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