Avaliação de atividade da doença em pacientes com Arterite de Takayasu

dc.creatorFabricia Fonseca Simil
dc.creatorGilda Aparecida Ferreira
dc.creatorMarcelo Mamede
dc.date.accessioned2022-07-08T13:15:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:03Z
dc.date.available2022-07-08T13:15:09Z
dc.date.issued2018-08-01
dc.description.abstractObjective: To analyze PET/CT performance in the assessment of disease activity in patients with Takayasu’s arteritis (TA), comparing PET/CT with clinical, laboratory and angiotomographic data. Methods: Diagnostic test study, 19 patients with TA according to ACR/1990 criteria, were evaluated for clinical, laboratorial (acute phase reagents) and imaging activity (angiotomography and PET/CT with 18F-FDG). Thickness and double ring images were considered vascular activity in the angiotomography and in the PET/CT three parameters were used to measure the capture values: visual scale, analysis of uptake intensity of the SUV (SUV ratio of a vascular region of interest/medium SUV hepatic) and SUVmax (maximum standardized uptake value). Results: 95% were female, mean (SD) age was 38 (8.3) years. Five (26.3%) clinically active patients, six (31.6%) with laboratory activity and eight (42.1%) in remission. Patients with clinical activity presented greater thickening of the aortic wall compared to patients with laboratory activity and remission (p = 0.02). Aortic wall thickening greater than 1.6 mm had a sensitivity of 59%, specificity of 75% (area below the ROC curve of 0.65, 95% CI of 0.56-0.88, p = 0.02) for predicting disease activity. Patients with double ring had a shorter duration of disease compared to patients without this vascular change [mean (SD) 7.5 (7.1) years vs 13.4 (4.3) years, p = 0.04). There was no difference in the medians of the values of the uptake intensity [median, min. and max., 1.93 (1.56-2.05) vs. 1.74 (1.3-2.06) vs. 1.97 (1.65-3.03), p = 0.18] and of the SUVmax [median, min. and max., 5.63 (4.65-7.3) vs. 5.23 (4.74-6.22) vs 6.1 (4.56-8.3), p = 0.57] of studied among clinical, laboratory and remission patients. There was no difference in the median values of the aortic SUVmax among patients with clinical and laboratorial activity and remission (p = 0.84). The median values of the SUVmax of the aortic branches were higher in the remission patients compared to those with clinical and laboratory activity (p = 0.01). There was no correlation between the medians of the wall thickness of the vessel at angiotomography and the intensity of uptake or SUVmax of the vessels most affected in the present study. Conclusions: Angiotomography showed good performance to identify aortic activity and PET/CT did not differentiate patients with disease activity from those in remission.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43062
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectArterite Takayasu
dc.subjectTomografia por Emissão de Pósitrons combinada à Tomografia Computadorizada
dc.subjectAngiografia por Tomografia Computadorizada
dc.subject.otherArterite Takayasu
dc.subject.otherAtividade doença
dc.subject.otherPET/CT
dc.subject.otherAngiotomografia
dc.titleAvaliação de atividade da doença em pacientes com Arterite de Takayasu
dc.title.alternativeDISEASE ACTIVITY IN PATIENTS WITH TAKAYASU'S ARTERITIS: EVALUATION OF 18F-FDG PET/CT AND ANGIOTOMOGRAPHY PERFORMANCES
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcelo Henrique Mamede Lewer
local.contributor.advisor1Gilda Aparecida Ferreira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1174231810871974
local.contributor.referee1Alexandre Wagner Silva de Souza
local.contributor.referee1Luciana Costa Silva
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7039945099128833
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4594174520904857
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1174231810871974
local.description.resumoObjetivo: Analisar o desempenho do PET/CT na avaliação de atividade da doença em pacientes com arterite de Takayasu (AT), comparando PET/CT com dados clínicos, laboratoriais e alterações da angiotomografia. Métodos: Estudo teste diagnóstico, 19 pacientes com AT de acordo critérios ACR/1990, foram avaliados para atividade de doença clínico, laboratorial (reagentes de fase aguda) e de imagens (angiotomografia e PET/CT com o 18F-FDG). Considerado atividade vascular na angiotomografia imagens de espessamento e duplo halo e no PET/CT foram usados três parâmetros para mensurar os valores de captação: escala visual, analise de intensidade de captação do SUV (razão do SUV de uma região vascular de interesse /SUV médio hepático) e SUVmáx (valor de captação padronizado máximo). Resultados: 95% eram do sexo feminino, com média (DP) de idade de 38 (8,3) anos. Cinco (26,3%) pacientes ativos clinicamente, seis (31,6%) com atividade laboratorial e oito (42,1%) em remissão. Os pacientes com atividade clínica apresentaram maior espessamento da parede da aorta comparado com os pacientes com atividade laboratorial e em remissão (p = 0,02). O espessamento da parede da aorta maior que 1,6 mm teve sensibilidade de 59%, especificidade de 75% (área abaixo da curva ROC de 0,65, IC de 95% de 0,56-0,88, p = 0,02) para predição de atividade de doença. Os pacientes com duplo halo tinham menor duração de doença comparado com pacientes sem esta alteração vascular [média (DP) 7,5 (7,1) anos vs. 13,4 (4,3) anos, p = 0,04). Não houve diferença nas medianas dos valores da intensidade de captação [mediana, min. e máx., 1,93(1,56-2,05) vs. 1,74(1,3-2,06) vs. 1,97(1,65-3,03), p = 0,18] e do SUVmáx [mediana, min. e máx., 5,63(4,65-7,3) vs. 5,23(4,74-6,22) vs. 6,1(4,56-8,3), p = 0,57] dos vasos estudados entre os pacientes com atividade clínica, laboratorial e remissão. Não houve diferença na mediana dos valores do SUVmáx da aorta entre os pacientes com atividade clínica, laboratorial e remissão (p = 0,84). A mediana dos valores do SUVmáx dos ramos da aorta foi maior nos pacientes em remissão comparado com aqueles com atividade clínica e laboratorial (p = 0,01). Não houve correlação entre as medianas dos valores do espessamento da parede do vaso na angiotomografia e intensidade de captação ou SUVmáx dos vasos mais acometidos do presente estudo. Conclusão: A angiotomografia mostrou bom desempenho para identificar atividade na aorta e o PET/CT não diferenciou os pacientes com atividade da doença daqueles em remissão.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto

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