Dieta vegetariana estrita e suas implicações no biomarcador inflamatório proteína c-reativa e no desempenho após um protocolo de treino de força

dc.creatorBruno Sena Piconi
dc.date.accessioned2023-11-17T21:22:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:46Z
dc.date.available2023-11-17T21:22:19Z
dc.date.issued2023-08-16
dc.description.abstractThe study has an analytical cross-sectional design and aimed to investigate the impact of a strict vegetarian diet on the inflammatory biomarker C-reactive Protein (CRP) and performance after a strength training protocol (STP). The sample consisted of 18 volunteers in total, with 8 men and 1 woman for each of the two groups: strict vegetarian (VEG) (25,14 ± 2,40 years, 69,56 ± 9,73 kg) for at least 6 consecutive months or an omnivorous diet (ONI) (22,68 ± 3,40 years, 72,16 ± 10,94 kg). The volunteers underwent a training session with 10 total sets (5 sets of Smith Machine Squats and 5 sets of 45° Leg Press) performed to muscular failure. For CRP assessment, blood samples were collected to measure CRP. Performance was measured from the countermovement jump and recorded the jump height (JH), the maximum isometric contraction (MIC), both performed on a force platform, and by the maximum repetitions test (RM) performed at 10RMs intensity (%10RM). Two-way ANOVA (diet x time) with repeated measures identified that CRP did not differ between the groups (p=0,681), but was significantly higher at 24h compared to other times (p<0,01) and higher at 48h compared to the pre-training moment (p=0,042). JH did not differ between groups (p=0,911) and evaluated moments (p= 0,051). The MIC did not differ between groups (p=0,643), but was significantly lower at 48h in ONI compared to the pretraining moment in ONI (Ptukey= 0,012). For %10RM, there were no differences between groups (p=0,60) and moments (p=0,065). Regarding food intake, VEG had a lower average protein intake than ONI (VEG: 16,71 ± 6,50 vs ONI: 25,03 ± 6,94; p=0.025) and a higher average carbohydrate intake (VEG: 61,28 ± 8,97 vs ONI: 51,65 ± 5,96; p=0.024). Strict vegetarians did not show differences in CRP responses and performance after an STP compared to omnivores.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61109
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDieta vegetariana
dc.subjectProteína C-reativa
dc.subjectMusculação
dc.subjectExercícios físicos - Aspectos fisiológicos
dc.subject.otherdieta vegetariana
dc.subject.othertreinamento de força
dc.subject.otherProteína C-reativa
dc.subject.otherdesempenho
dc.titleDieta vegetariana estrita e suas implicações no biomarcador inflamatório proteína c-reativa e no desempenho após um protocolo de treino de força
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcos Daniel Motta Drummond
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2664719746591647
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/0389442674346475
local.description.resumoO estudo tem um desenho de caráter transversal analítico e objetivou investigar o impacto da dieta vegetariana estrita no biomarcador inflamatório Proteína C-reativa (PCR) e no desempenho após um protocolo de treino de força (PTF). A amostra consistiu em 18 voluntários no total, sendo 8 do sexo masculino e 1 do sexo feminino para cada um dos dois grupos: vegetariano estrito (VEG) (25,14 ± 2,40 anos, 69,56 ± 9,73 kg,) por pelo menos 6 meses ininterruptos ou onívora (ONI) (22,68 ± 3,40 anos, 72,16 ± 10,94 kg). Os voluntários foram submetidos a uma sessão de treinamento com 10 séries totais (5 séries de Agachamento Guiado no Smith e 5 séries de Leg Press 45°) executadas até a falha muscular. Para avaliação da PCR, foram coletadas amostras sanguíneas para mensuração da PCR. O desempenho foi mensurado a partir do salto com contramovimento e registrado a altura do salto (AS), da contração isométrica máxima (CIVM), ambas feitas em uma plataforma de força e pelo teste do número de repetições máximas (RM) realizadas com a intensidade de 10RMs (%10RM). A ANOVA de duas vias (dieta x tempo) com medidas repetidas identificou que a PCR não se diferenciou entre os grupos (p=0,681), mas foi significativamente maior no momento 24h em relação aos demais momentos (p<0,01) e maior 48h em comparação ao momento pré (p=0,042). A AS não se diferenciou entre os grupos (p=0,911) e momentos avaliados (p= 0,051). A CIVM não se diferenciou em relação aos grupos (p=0,643), mas foi consideravelmente menor no momento 48h em ONI quando comparado ao momento pré em ONI (Ptukey= 0,012). No %10RM não houve diferenças entre os grupos (p=0,60) e momentos (p=0,065). Em relação ao consumo alimentar, VEG apresentou menor média de consumo de proteínas do que ONI (VEG: 16,71 ± 6,50 vs ONI: 25,03 ± 6,94; p=0,025) e maior média de consumo de carboidratos (VEG: 61,28 ± 8,97 vs ONI: 51,65 ± 5,96; p=0,024). Os vegetarianos estritos não apresentam diferenças nas respostas de PCR e desempenho após um PTF quando comparados a onívoros.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Esporte

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