Concessões de órteses suropodálicas articuladas e não articuladas para a população infantojuvenil pelo SUS – Implicações para a reabilitação

dc.creatorAmanda Ferreira do Carmo
dc.date.accessioned2025-02-05T13:48:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:26Z
dc.date.available2025-02-05T13:48:28Z
dc.date.issued2024-06-21
dc.description.abstractThe Brazilian Unified Health System (SUS) provides the population with orthoses, prostheses and special materials (OPME) when necessary. The Care Network for People with Disabilities, through the Specialized Rehabilitation Centres (CER), provides users with these materials, including non-articulated Suropodalic Orthoses (OSnA) and articulated polypropylene orthoses (OSA). The aim of this study was to compare the provision of non-articulated Suropodalic Orthoses and Articulated Suropodalic Orthoses by SUS to the Brazilian child and adolescent population, through the Care Network for People with Disabilities. The study used an exploratory, descriptive, quantitative approach and secondary data, taken from the Department of Informatics of the Unified Health System (DataSUS) of the Ministry of Health (MS) in March 2024. Descriptive statistics and inference were used to analyze the results, with a significance level of 0.5%. In the SUS, polypropylene OSAs were awarded less (p < 0,0001) than polypropylene OSnAs to children and adolescents in the period studied, both nationally and regionally. The Southeast region was the largest recipient of these orthoses. Thus, the SUS granted more polypropylene orthoses to children and adolescents, where the group of people who received this type of orthosis has a greater deficit in body function and limitation of their activities/tasks, since the orthosis is prescribed for users with greater neuromusculoskeletal impairment. The Southeast was the largest supplier of suropodal orthoses because it has the highest concentration of CERs for physical disabilities and physiotherapists in the country.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79666
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSistema Único de Saúde (Brasil)
dc.subjectAparelhos ortopédicos
dc.subjectPessoas com deficiência
dc.subject.otherSistema único de saúde
dc.subject.otherÓrteses suropodálicas em polipropileno
dc.subject.otherPessoas com deficiência
dc.subject.otherCrianças
dc.subject.otherAdolescentes
dc.titleConcessões de órteses suropodálicas articuladas e não articuladas para a população infantojuvenil pelo SUS – Implicações para a reabilitação
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Christian Caldeira Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5133331455842344
local.description.resumoO Sisistema Único de Saúde (SUS) brasileiro fornece à população, quando necessário, Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME). A Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência, por meio dos Centros Especializados em Reabilitação (CER) faz a concessão destes materiais aos usuários, onde estão incluídas as Órteses Suropodálicas não Articulas (OSnA) e Articuladas (OSA) em polipropileno. Assim, objetiva-se comparar a concessão de Órteses Suropodálicas não Articuladas e Órteses Suropodálicas Articuladas, pelo SUS, à população infanto-juvenil brasileira, por meio da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência. O estudo apresentou abordagem exploratória, descritiva, quantitativa e de dados secundários, retirados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS) do Ministério de Saúde (MS) em março de 2024. Usou estatística descritiva e inferência na análise dos resultados com nível de significância de 0,5%. No SUS, as OSA em polipropileno apresentam menor concessão (p < 0,0001) quando comparadas a OSnA em polipropileno para o público infanto-juvenil no período estudado, tanto a nível nacional, como regional. A região Sudeste foi a maior concessora destas órteses. Assim, o SUS concedeu mais OSnA polipropileno ao público infanto-juvenil, onde o grupo de pessoas que receberam este tipo de órtese apresenta déficit maior da função corporal e limitação de suas atividades / tarefas, visto a OSnA ser prescrita para usuários com maior comprometimento neuromusculoesquelético. A região Sudeste foi a maior fornecedora de órteses suropodálicas por haver nela maior concentração de CERs modalidade para deficiência física e de fisioterapeutas no país.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia

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