Fluxos migratórios, práticas rituais e tradição de conhecimento : uma biografia familiar xakriabá

dc.creatorAmanda Jardim da Silva Rezende
dc.date.accessioned2023-10-31T13:57:34Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:46:52Z
dc.date.available2023-10-31T13:57:34Z
dc.date.issued2022-08-22
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60324
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAntropologia - Teses
dc.subjectÍndios xakriabá - Teses
dc.subject.otherXakriabá
dc.subject.otherTrajetória familiar
dc.subject.otherBiografia
dc.subject.otherFluxos migratórios
dc.subject.otherPráticas rituais
dc.titleFluxos migratórios, práticas rituais e tradição de conhecimento : uma biografia familiar xakriabá
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ana Flávia Moreira Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4259779113670074
local.contributor.referee1Cláudia Mura
local.contributor.referee1Aderval Costa Filho
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5602782364740491
local.description.resumoEste trabalho foi realizado com integrantes de uma família extensa do povo indígena Xakriabá, localizada na aldeia Barreiro Preto, situada na Terra Indígena Xakriabá, macrorregião norte mineira. Tem como proposta apresentar formas de ser xakriabá através de memórias que retomam relações de parentesco, o estar no território e práticas rituais. A contribuição desta etnografia se dá na compreensão dessas formas não como traduções a partir da fronteira étnica, mas como expressões que destacam a família como unidade sociológica. Parte do investimento etnográfico consistiu em recuperar a trajetória de familiares chegantes a partir de uma abordagem genealógica e biográfica. No caso em análise, esses chegantes, também notados como retirantes, teriam partido da região de Brejo do Amparo (atual município de Januária) e se estabelecido no Terreno dos Caboclos em um contexto de recente promulgação da Lei de Terras (1850). Durante o início do século XX, teriam procurado formas de permanecer no território através de alianças matrimoniais, compadrios/ comadrios e do trabalho na terra. Trouxeram consigo conhecimentos que recuperam experiências anteriores ao fluxo migratório, como a da leitura e escrita e da devoção ao catolicismo. Essas práticas foram ressignificadas, são performadas e transmitidas por seus descendentes, especialmente através das rezas e do Reis, sendo entendidas como herança dos finados. Trazem à cena complexidades que expandem os rituais em si, já que atualizam as relações de parentesco iniciadas pelos chegantes, entre outros aspectos. O destaque dado às memórias individuais ressalta a agência não como um reflexo da deflagração de um processo identitário, de escolhas políticas pelos diacríticos étnicos, e sim como compartilhamento de valores morais construídos dentro de circuitos rituais interfamiliares.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7394-115X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia

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