Clinical Frailty Scale em idosos atendidos no Serviço Hospitalar de Emergência: a fragilidade basal é um bom preditor de mortalidade em 90 dias?

dc.creatorTatiana de Carvalho Espindola Pinheiro
dc.creatorCamila Oliveira Alcântara
dc.creatorFabiano Moraes Pereira
dc.creatorMarcus Vinícius Melo de Andrade
dc.creatorEdgar Nunes de Moraes
dc.creatorMaria Aparecida Camargos Bicalho
dc.date.accessioned2023-11-28T20:36:52Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:27Z
dc.date.available2023-11-28T20:36:52Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjective: To evaluate the ability of the Clinical Frailty Scale (CFS) to predict 90-day mortality and other poor outcomes in older adults admitted at a Hospital Emergency Department (ED). Method: This is a prospective cohort study including older adults admitted at ED of a Public Hospital who spent at least one night in it. The degree of baseline frailty was assessed through the CFS, and its score was the predictor studied, through the Receiver Operator Characteristics (ROC) curve analysis. We analyzed 90-day mortality as a primary outcome. The following outcomes were considered as secondar ones: mortality, functional decline, readmittance to ED, readmission and need for homecare. Results: 206 participants were included. Of the 127 frail older adults, 40 (31.5%) died before the 90th day compared to 5 (6.3%) in the non-frail group (p<0.001). After adjustment for demographic and clinical variables, frailty remained in the model as an independent predictor of 90-day mortality. The accuracy obtained by the ROC curve (AUROC) for predicting 90-day mortality was 0.81. For 180-day mortality, 0.80, for the need for home care, 0.77 for readmission, 0.65. For the other outcomes studied, the accuracy was not significant. Conclusion: Baseline frailty measured by the CFS is a good predictor of 90 and 180-day mortality and needing for home care in older adults admitted to ED. Its application in this setting might help clinical decision-making.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1981-22562021024.210122
dc.identifier.issn1981-2256
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61483
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Geriatria e Gerontologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFragilidade
dc.subjectEnvelhecimento
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectMortalidade
dc.subjectServiço Hospitalar de Emergência
dc.subject.otherFragilidade
dc.subject.otherEnvelhecimento
dc.subject.otherFatores de risco
dc.subject.otherMortalidade
dc.subject.otherServiço Hospitalar de Emergência
dc.titleClinical Frailty Scale em idosos atendidos no Serviço Hospitalar de Emergência: a fragilidade basal é um bom preditor de mortalidade em 90 dias?
dc.title.alternativeClinical Frailty Scale in older adults admitted at Emergency Department: is baseline frailty a good predictor of Ninety-Day Mortality?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue4
local.citation.volume24
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a capacidade da Clinical Frailty Scale (CFS) em predizer a mortalidade em até 90 dias e outros desfechos desfavoráveis em idosos admitidos em um Serviço Hospitalar de Emergência (SHE). Método: Estudo de coorte prospectivo que incluiu idosos admitidos e que permaneceram por pelo menos uma noite no SHE de um hospital público terciário. O grau de fragilidade basal foi avaliado através da CFS e sua pontuação, o preditor estudado, por meio da curva Receiver Operator Characteristics (ROC). Analisou-se como desfecho primário a mortalidade em 90 dias. Considerou-se como desfechos secundários: mortalidade em 180 dias, declínio funcional, readmissão no SHE, reinternação e necessidade de atenção domiciliar. Resultados: 206 participantes foram incluídos. Dos 127 idosos frágeis, 40 (31,5%) faleceram até o 90º dia comparado a 5 (6,3%) do grupo não frágil ( p<0,001). Após ajuste para variáveis demográficas e clínicas, a fragilidade manteve-se no modelo como um preditor independente de mortalidade em 90 dias da admissão. A acurácia obtida pela curva ROC (AUROC) para predição de mortalidade em 90 dias foi de 0,81. Para mortalidade em 180 dias foi 0,80; para necessidade de atenção domiciliar, 0,77; e para reinternação, 0,65. Para os demais desfechos estudados, a acurácia não foi significativa. Conclusão: A fragilidade basal medida pela CFS é um bom preditor de mortalidade em 90 e 180 dias e de necessidade de atenção domiciliar em idosos admitidos no SHE. Sua aplicação nesse cenário pode auxiliar na tomada de decisões clínicas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9844-3579
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3880-574X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4227-992X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3716-0919
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8923-1029
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6298-9377
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbgg/a/b6ZXKWKz4XBjGBG4BBQCBtk/abstract/?lang=pt#

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