A sequência orosiriana-estateriana e evolução tectôno-metamórfica da borda leste do Espinhaço Meridional na região de Santa Maria de Itabira-MG
| dc.creator | Ricardo Pagung de Carvalho | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T16:59:32Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:45:50Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T16:59:32Z | |
| dc.date.issued | 2013-09-13 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/IGCC-9EYGJ3 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Tectônica Minas Gerais | |
| dc.subject | Espinhaço, Serra do (MG e BA) | |
| dc.subject.other | Espinhaço Meridional | |
| dc.subject.other | Evolução Tectonometamórfica | |
| dc.subject.other | Microestrutural | |
| dc.title | A sequência orosiriana-estateriana e evolução tectôno-metamórfica da borda leste do Espinhaço Meridional na região de Santa Maria de Itabira-MG | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | George Luiz Luvizotto | |
| local.contributor.referee1 | Claudio de Morrison Valeriano | |
| local.description.resumo | A sucessão metassedimentar aflorante no entorno da cidade de Santa Maria de Itabira-MG, compreende quartzitos orosirianos pertencentes à Unidade Quartzítica Serra da Pedra Branca e as sequências estaterianas portadoras de formações ferríferas do Grupo Serra da Serpentina, e da Formação Lapão, unidade inferior do Grupo Itapanhoacanga. Esse conjunto constitui um bloco alóctone delimitado por zonas de cisalhamento, entre fatias de rochas granitognáissicasdo Complexo Dona Rita de idade arqueana e de granito da SuíteBorrachudos de idade em torno de 1,7Ga. Rochas intrusivas da Suíteneoproterozóica Pedro Lessa e diques de diabásio Mesozóicos cortam todo o conjunto. Em todas as unidades foram reconhecidas três famílias de dobras geradas durante a orogênese Brasiliana: D1, D2 e D3. Estas dobras se associam sistematicamente a zonas de cisalhamento de direção principal NE-SW, caracterizadas por rampas laterais e oblíquas, e zonas de cisalhamento de direção NW-SE, formada por rampas frontais reversas. Estudos microestruturais em granadas da Formação Meloso, ao longo do strike estrutural regional, indicam que estes minerais cristalizaram-se durante ou posteriormente à fase D2 dedobramento. Análises de química mineral, ao longo de perfis borda-centro nas granadas, utilizando microssonda eletrônica, aliadas a paragênese mineral encontrada indicam possível zonamento metamórfico de direção NW-SE. Dadas as relações temporais entre os elementos estruturais, microestruturais e metamórficos encontrados, foi possível esboçar um modelo da evolução tectônometamórficoda região, divida em três fases, F1, F2 e F2. A sequência evolutiva,aliada ao arcabouço cinemático e geométrico reconhecidos, favorece ainterpretação de que a região está inserida num sistema regional transpressivo. Neste sistema, o esforço tectônico principal do cinturão de dobramento é transferido sobre forma de falhas transcorrentes de direção oblíqua à tensão principal, geradas a partir de falhas regionais transcorrentes de direção NE-SW e movimentação destral. | |
| local.publisher.initials | UFMG |