Quid est ergo rationalitas? Review of Michael Peters' Wittgenstein, education and the problem of rationality

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Artigo de periódico

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Quid est ergo rationalitas? Análise do livro “Wittgenstein, education and the problem of rationality”, de Michael Peters

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Resumo

This analysis of Michael Peters’ recent book, “Wittgenstein, Education and the Problem of Rationality”, was carried out through a conversation between four characters: Oninitibeci, Iniwataale, Iniwatadigini, and Gobaagadi. Their names correspond, respectively, to the numerals one, two, three and four (“our hand”) in the Kadiweu language, spoken by an indigenous group from the State of Mato Grosso do Sul, in Brazil. The main points, aroused by a collective reading of the book, are spontaneously distributed throughout the conversation as a result of the exchange of views among the partakers. They all have practice in mathematics teaching, or philosophy, and frequently discuss educational issues in the light of Wittgenstein’s texts. It is from this perspective that they raised a number of critical points within Peters’ work. However, it is never too much to remember that the characters maintain ideas independent from each other, so not only they sometimes differ in their evaluations but can also disagree on certain aspects of their readings. The point is that from the heat generated by the dialogical activity springs the conclusion of the importance of Peters’ book and its decisive contribution to decolonial discussions about Wittgenstein and his role in the philosophy of education.

Abstract

Esta análise do recente livro de Michael Peters, “Wittgenste in, Education and the Problem of Rationality”, foi realizada por meio de uma conversa entre quatro personagens: Oninitibeci, Iniwataale, Iniwatadigini, and Gobaagadi. Seus nomes correspondem, respectivamente, aos algarismos um, dois, três e quatro (“nossa mão”) na língua Kadiwéu, falada por um grupo indígena do Estado do Mato Grosso do Sul, no Brasil. Os principais pontos suscitados pela leitura coletiva do livro são espontaneamente distribuídos ao longo da conversa, como resultado da troca de pontos de vista entre eles. Todos eles têm prática no ensino de matemática ou filosofia e muitas vezes discutem questões educacionais à luz dos textos de Wittgenstein. É a partir desta perspectiva que eles levantam uma série de pontos críticos no trabalho de Peters. No entanto, nunca é demais lembrar que os personagens mantêm ideias independentes entre si; portanto, não apenas às vezes diferem em suas avaliações, mas também podem discordar uns dos outros em certos aspectos de suas leituras. A questão é que do calor gerado pela prática deste debate surge a conclusão da importância da obra e sua contribuição decisiva para as discussões decoloniais sobre Wittgenstein e seu papel na filosofia da educação.

Assunto

Wittgenstein, Ludwig -- 1889-1951, Decolonialidade, Matemática -- Estudo e ensino, Filosofia da educação

Palavras-chave

Wittgenstein, Dialogismo, Desconstrução, Decolonialidade

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https://www.sbembrasil.org.br/periodicos/index.php/ripem/article/view/2821

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