No rendilhado do cotidiano: a família e as redes sociais dos livres de cor na Comarca do Rio das Mortes (c.1770-c.1850)

dc.creatorSirleia Maria Arantes
dc.date.accessioned2019-08-14T07:41:54Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:20Z
dc.date.available2019-08-14T07:41:54Z
dc.date.issued2018-03-27
dc.description.abstractThe research titled "In everyday lace: the family and social networks of the free colored in the Comarca do Rio das Mortes (1770-1850) aims to analyze the constitution of the family and social networks of free colored people in the course of eighteenth century until the mid-nineteenth century. The geographical area comprised the parishes of Our Lady of Aiuruoca of Conception, Our Lady of Monserrate Baependi and Our Lady of the Pillar of São João del Rei. The family concept is what gets it as a productive unit synthesized by the concept of ganze Haus and the relationships woven beyond consanguineous ties and procreation requirements established by marriage ties, by concubinage, the crony networks and friendship. The family formed under the captivity it was guided in stable relationships and constituted in social distinction strategy under the slave system, parallel to obtain material goods and freedom. Thus, the free colored population constituted families and established the most diverse social webs, either as a parent or godparents and marriage ties. Social networks were developed through ties that united a group of people through interpersonal relations linking the individual to others in the social network in which was inserted. The analysis of the family of the free colored people and their relationship of spiritual kinship through social networks allows us to understand the dynamics of family formation, either by economic activities or by fictive kinship. Since the color-free concept constitutes a methodological strategy to identify, quantify and analyze a group classified differently in the documentation (negro forro, preto mina, preto, crioulo, crioulo livre, crioulo forro, cabra, cabra livre, cabra forro, pardo, pardo forro e pardo livre). Such a concept allows to grasp both the condition of lining as the condition of those who were born free belly. Furthermore, the population includes more adequately free people then the terms of lining and egress from captivity, as does "refer to both groups without distinction condition at birth"
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B2QPKJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistória
dc.subjectRedes de relações sociais
dc.subjectFamília
dc.subjectMinas Gerais História
dc.subject.otherLivres de cor
dc.subject.otherArs
dc.subject.otherComarca do rio das mortes
dc.subject.otherFamília
dc.titleNo rendilhado do cotidiano: a família e as redes sociais dos livres de cor na Comarca do Rio das Mortes (c.1770-c.1850)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Tarcisio Rodrigues Botelho
local.contributor.referee1Mario Marcos Sampaio Rodarte
local.contributor.referee1Marcelo Magalhaes Godoy
local.contributor.referee1Afonso de Alencastro Graça Filho
local.contributor.referee1Rodrigo Castro Rezende
local.description.resumoA pesquisa intitulada No rendilhado do cotidiano: a família e as redes sociais dos livres de cor na Comarca do Rio das Mortes (1770-1850) tem como objetivo analisar a constituição da família e das redes sociais dos livres de cor no transcorrer do século XVIII até meados do século XIX, tendo como recorte espacial as freguesias de Nossa Senhora da Conceição de Aiuruoca, Nossa Senhora de Monserrate de Baependi e Nossa Senhora do Pilar de São João del-Rei. O conceito de família mobilizado é o que mescla a unidade familiar enquanto unidade produtiva sintetizada pelo conceito das ganze Haus e as relações tecidas para além dos laços consanguíneos e dos imperativos da procriação estabelecidos pelos laços de matrimônio, pelo concubinato, pelas redes de compadrio e de amizade. A família e formada no âmbito do cativeiro pautou-se em relações estáveis e constituiu-se em estratégia de distinção social no âmbito do sistema escravista, paralela à obtenção de bens materiais e da liberdade. Assim, as populações livres de cor constituíram famílias e estabeleceram as mais diversas teias sociais, quer como pais, mães ou padrinhos e laços matrimoniais. As redes sociais eram desenvolvidas por meio de laços que uniam um grupo de pessoas por meio das relações interpessoais vinculando o indivíduo a outros integrantes da rede social na qual estava inserido. A análise sobre a família dos livres de cor e suas relações de parentesco espiritual por meio das redes sociais permite compreender a dinâmica da constituição da família, quer pela economia ou pelo parentesco fictício. Já o conceito livre de cor constitui-se numa estratégia metodológica para identificar, quantificar e analisar um grupo classificado de forma diversa na documentação (negro forro, preto mina, preto, crioulo, crioulo livre, crioulo forro, cabra, cabra livre, cabra forro, pardo, pardo forro e pardo livre). Tal conceituação permite apreender tanto a condição de forro quanto a condição daqueles que nasceram de ventre livre. Além disso, abarca a população de livres de maneira mais adequada do que os termos forro e egresso do cativeiro, uma vez que faz referência a ambos grupos, sem distinção de condição no momento do nascimento
local.publisher.initialsUFMG

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